Ibovespa Futuro opera estável após fim do shutdown nos EUA
O Ibovespa Futuro mantém estabilidade nos primeiros negócios desta quinta-feira (13), com investidores repercutindo o encerramento da maior paralisação do governo dos Estados Unidos. O contrato com vencimento em dezembro registrava queda de 0,05%, atingindo 159.555 pontos às 9h010 (horário de Brasília).
Fim da paralisação nos EUA traz perspectivas econômicas positivas
O presidente dos EUA, Donald Trump, sancionou a lei que encerra a mais longa paralisação do governo do país. Com o fim da paralisação, dados oficiais sobre a economia norte-americana devem começar a ser divulgados na próxima semana. Destaque para informações sobre o mercado de trabalho, que trazem mais clareza sobre o desempenho da maior economia do mundo.
Balanços corporativos e varejo em foco no Brasil
No cenário nacional, a atenção se volta para uma nova rodada de balanços de empresas, com destaque para JBS e Nubank, além da divulgação dos dados sobre vendas no varejo em setembro pelo IBGE. Outro ponto de destaque é a pesquisa Genial/Quaest, que mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantendo a liderança em todos os cenários eleitorais, apesar da redução de sua vantagem sobre adversários.
Mercados internacionais e commodities
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro, o S&P Futuro e o Nasdaq Futuro apresentam quedas. O dólar á vista recua ante o real, cotado a R$ 5,291 na venda, enquanto o contrato futuro de dólar na B3 também registra queda.
Desempenho dos mercados asiáticos e europeus
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta após o encerramento da paralisação do governo dos EUA. Na Europa, as bolsas operam em alta, acompanhando o bom desempenho global.
Petróleo e minério de ferro
Os preços do petróleo recuam pelo segundo dia consecutivo devido a um aumento nos estoques nos EUA, o maior consumidor global. Já as cotações do minério de ferro na China estão em alta, com preocupações sobre a demanda de curto prazo no país e as expectativas de aumento na oferta.
Os desdobramentos decorrentes do fim da paralisação nos EUA e a divulgação dos balanços corporativos e dados econômicos no Brasil devem influenciar o cenário nos mercados nas próximas semanas, trazendo mais clareza e possíveis oportunidades para investidores e analistas.