Ibovespa Futuro cai após dia de ganhos; atenção para plano de contingência e resultados financeiros

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Ibovespa Futuro recua após alta da véspera

O Ibovespa Futuro abriu em baixa nesta sexta-feira, recuando 0,44% e atingindo 136.450 pontos, após quatro altas consecutivas no dia anterior. O mercado está atento às teleconferências de resultados de empresas como a Petrobras (PETR4) e ao plano de contingência do governo para as tarifas dos EUA.

De acordo com o Bradesco BBI, a perspectiva de que o governo não retaliará os americanos tem contribuído para diminuir as preocupações dos investidores e impulsionar a recomposição dos preços dos ativos.

Balanços e planos de contingência em destaque

A Petrobras divulgou um lucro líquido de R$26,65 bilhões no segundo trimestre, impulsionado pelo aumento da produção de petróleo, embora o preço do petróleo Brent no mercado global tenha recuado.

Fora do ambiente corporativo, o Fórum do Jota tem sido acompanhado pelo mercado, com a presença de figuras relevantes como o Diretor de Política Econômica do Banco Central e a ministra do Planejamento.

Plano de contingência do governo

O governo brasileiro avalia destinar cerca de R$ 30 bilhões em crédito com condições especiais para apoiar empresas nacionais afetadas pelo aumento das tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, indicou que o plano deve ser anunciado pelo presidente até a próxima terça-feira.

Cenário internacional

Nos EUA, as atenções se voltam para o Federal Reserve (Fed), com a nomeação de Stephen Miran para o Conselho de Governadores do banco central por parte do presidente Donald Trump. Rumores apontam Christopher Waller como forte candidato para substituir Jerome Powell como presidente do Fed.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro apresenta alta de 0,29%, o S&P Futuro avança 0,35% e o Nasdaq Futuro registra alta de 0,34%.

Dólar e mercado externo

O dólar à vista mostra variação de 0,01%, sendo negociado a R$ 5,465. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tem alta de 0,18%, chegando a 5,459 pontos.

Esses movimentos refletem a expectativa dos investidores em relação aos resultados corporativos, planos de contingência do governo e cenário internacional, contribuindo para a volatilidade nos mercados.

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