Nesta quinta-feira, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que, apesar de não haver uma data prevista para a privatização da Copasa (CSMG3), a Assembleia Legislativa do Estado deu um passo importante ao dispensar a realização de referendo popular para autorizar a desestatização da empresa.
Após a aprovação da proposta de emenda à Constituição estadual, o governo mineiro encaminhou à Copasa uma recomendação para que tome medidas, como a contratação de uma assessoria especializada, visando impulsionar o processo de privatização.
Em evento na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Romeu Zema ressaltou que a privatização trará benefícios à população, alavancando a qualidade e cobertura dos serviços prestados, sem acarretar em aumento de tarifas.
Zema destacou que, apesar dos avanços, ainda há um longo caminho a percorrer no processo de desestatização da Copasa. Com a privatização, a expectativa é de aceleração nos investimentos na empresa, uma vez que quem assumir terá metas a cumprir. O governador assegurou que, diferentemente do que foi temido por alguns, não haverá aumento de tarifas, apenas correção.
O próximo passo previsto é o envio de um projeto de lei para a Assembleia do Estado para tratar especificamente sobre a privatização da Copasa. No mercado financeiro, as ações da empresa na bolsa paulista apresentavam um acréscimo de 0,42%, sendo cotadas a R$38,42.
Em resumo, a expectativa é que a privatização da Copasa traga melhorias nos serviços oferecidos à população, com um aumento nos investimentos e metas a serem cumpridas pela empresa que assumir a gestão, sem que haja aumentos nas tarifas para os consumidores. O cenário agora aguarda o envio de um projeto de lei específico para tratar do tema na Assembleia do Estado de Minas Gerais.
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