XP Inc. (XPBR31) registra lucro de R$ 1,33 bilhão no 4º tri, alta anual de 10%

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A base de ativos totais de clientes (AuC, AuM e AuA) alcançou R$ 2,08 trilhões no trimestre, crescimento de 22% no ano

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Lara Rizério

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12/02/2026 18h11 •

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Logo da XP Inc. (Foto: InfoMoney)

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A XP Inc. (BDR: XPBR31) registrou lucro líquido de R$ 1,33 bilhão no quarto trimestre do ano passado, cifra 10% maior do que a registrada 12 meses antes, de R$ 1,2 bilhão. No acumulado de 2025, o lucro líquido foi de R$ 5,2 bilhões, com crescimento de 15%.

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O lucro antes das taxas (EBT, na sigla em inglês) ajustado do quarto trimestre foi de R$ 1,55 bilhão, com aumento de 20% em relação a um ano antes, com margem EBT indo para 31,3%, alta de 2,52 pontos percentuais.

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A base de ativos totais de clientes (AuC, AuM e AuA) alcançou R$ 2,08 trilhões no trimestre, crescimento de 22% no ano, impulsionada por R$ 20 bilhões de captação líquida no varejo.

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“O desempenho reforça o efeito de composição dos ativos e o foco no modelo agnóstico de atendimento, onde o cliente pode escolher a forma de remunerar o assessor, e apoiado por ferramentas proprietárias de Planejamento Financeiro, Wealth Planning e Expert Allocation, que vêm elevando a qualidade de carteira, satisfação e recomposição de margens. A marca de R$ 1,5 trilhão em ativos sob custódia foi alcançada em janeiro, refletindo a evolução da base de clientes e a captação no segmento de pessoa física ao longo do segundo semestre”, destacou a XP em release de resultados.

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O retorno sobre patrimônio líquido anualizado (ROAE, na sigla em inglês) foi de 23,9%, com crescimento anual de 0,94 ponto percentual.

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“Encerramos 2025 com resultados recordes que refletem a execução consistente da nossa estratégia e reforçam o compromisso da XP de colocar o poder de escolha nas mãos do cliente. Somos a primeira casa de investimentos do Brasil agnóstica ao modelo de atendimento oferecendo todas as possibilidades de relacionamento para que o cliente possa escolher aquele que faz mais sentido para os seus próprios objetivos. As evoluções que implementamos no modelo de servir e o movimento de democratização ao acesso a um planejamento financeiro e patrimonial de alta qualidade, que antes estavam restritos ao segmento Private, marcam um novo diferencial da XP. E os resultados do ano mostram que estamos no caminho certo ao consolidar a excelência em servir como pilar estrutural da evolução do nosso ecossistema”, afirma Thiago Maffra, CEO da XP Inc.

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A receita bruta da XP avançou 12% no quarto trimestre ano a ano, para R$ 5,3 bilhões, sustentada por maior diversificação no varejo e aceleração do banco de atacado. No ano fechado de 2025, o montante foi de R$ 19,5 bilhões.

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A receita líquida, por sua vez, foi de R$ 4,95 bilhões no 4T25, avanço anual de 10%, enquanto somou R$ 18,4 bilhões no acumulado do ano, alta de 8% ante 2024.

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No varejo, a receita somou R$ 3,86 bilhões no 4T, avanço de 8% na comparação anual, com maior contribuição de fundos, renda fixa e novas verticais (seguros, cartões, previdência, contas digitais e global). Em cross-sell, o volume transacionado de cartões atingiu R$ 14,6 bilhões, crescimento de 11%, e acima da média histórica da indústria para o último trimestre do ano. Já os prêmios de seguros de vida somaram R$ 502 milhões no 4T25, avanço de 25% na comparação anual.

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Os ativos de previdência chegaram a R$ 95 bilhões em receita no período, crescimento de 17% na mesma base de comparação. Adicionalmente, a companhia manteve expansão nas novas verticais, com crescimento de anual de 21%, na receita oriunda de produtos como Câmbio, Investimentos Globais e Consórcio, que apresentou um crescimento expressivo na comparação anual.

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O Banco de Atacado foi o principal destaque de crescimento no 4T25, com receita de R$ 895 milhões, avanço de 49% na comparação anual, impulsionado por forte atividade de DCM.

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“A expansão da margem EBT no trimestre reflete disciplina na alocação de capital, ganhos de eficiência operacional e diversificação das fontes de receita. Mantemos uma estrutura de capital robusta para sustentar crescimento com rentabilidade”, afirma Victor Mansur, CFO da XP Inc.

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No trimestre passado, a XP elevou sua carteira de crédito expandida em 27%, a R$78 bilhões.

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Mudanças na XP ControlA XP ainda comunicou em outro documento uma mudança em sua estrutura de controle, parte de um processo de transição planejada de liderança dentro do grupo. A alteração envolve a redistribuição de participações com direito a voto na XP Control LLC (ControlCo), a entidade que detém o comando da companhia listada na Nasdaq.

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Segundo o comunicado, os executivos Thiago Maffra e José Berenguer, que ocupam posições estratégicas na XP desde 2020 e possuem ampla trajetória no mercado financeiro, passarão a deter participações com direito a voto na ControlCo. Com isso, ambos passam a integrar o bloco de controle ao lado de Guilherme Benchimol, Fabrício Cunha de Almeida e Guilherme Sant’Anna.

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Paralelamente, três nomes da XP — Bruno Constantino, Bernardo Botelho e Gabriel Leal — deixarão de ser sócios votantes da ControlCo. O processo prevê que suas participações com direito a voto sejam adquiridas pela própria ControlCo, mediante pagamento composto por uma parcela em caixa e outra em ações ordinárias Classe A da XP Inc.

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Bruno Constantino deixará imediatamente o quadro societário da ControlCo. Já Bernardo Botelho e Gabriel Leal seguirão vinculados à entidade, porém como sócios não‑votantes.

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Com essas movimentações, a participação acionária da ControlCo na XP Inc. — considerando a conversão de ações Classe B em Classe A — será reduzida para 18%. A redução, contudo, não altera o controle da companhia: a ControlCo continuará detendo ao menos 69% do poder de voto. Guilherme Benchimol segue como o principal sócio da entidade controladora.

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Apesar de não ocuparem cargos executivos desde 2024, Gabriel Leal, Bernardo Botelho e Bruno Constantino permanecerão como membros do Conselho de Administração da XP Inc., mantendo influência estratégica nas decisões de alto nível da empresa.

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Em comunicado, a XP reforçou que a reorganização societária representa um passo importante para fortalecer a governança corporativa, garantir maior estabilidade na estrutura de controle e assegurar a sustentabilidade de longo prazo da companhia. A empresa ressalta que a nova configuração cria uma base sólida para a geração de valor para clientes, acionistas, colaboradores e demais stakeholders.

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Lara Rizério

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Editora de mercados do InfoMoney, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional, além de ficar bem de olho nos desdobramentos políticos e em seus efeitos para os investidores.

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