XP elogia critérios técnicos e distribuição dos títulos do Master em comunicado

Títulos do Banco Master são distribuídos na plataforma da XP Investimentos após cumprimento de critérios técnicos

Os títulos do Banco Master passaram a ser distribuídos na plataforma da XP Investimentos somente após o banco atender, em 2021, aos três pilares exigidos pela corretora para a seleção de ativos. Gustavo Pires, sócio-diretor executivo da XP, destacou que os pilares são: índice de Basileia, auditoria Big Four e classificação de risco de crédito pela Fitch Ratings.

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Profundo rigor nos critérios técnicos do Banco Master

Pires ressaltou que o Banco Master teve que atender aos requisitos da corretora para distribuição de seus títulos, incluindo o índice de Basileia, auditoria da Big Four e o rating internacional da Fitch Ratings. A remuneração dos títulos do Master estava acima da média, porém compatível com bancos de proporção semelhante, com a maioria dos clientes investindo dentro do limite do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), de R$ 250 mil.

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Participação da XP Investimentos na distribuição de ativos

Executivos da XP ressaltaram a participação da corretora na distribuição de ativos, comparando com outras instituições do mercado. A XP detém cerca de 50% do mercado de distribuição de ativos, excluindo grandes bancos. No caso do Banco Master, a participação na distribuição é similar à de outros bancos, segundo Pires.

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Decisão técnica da XP Investimentos na distribuição dos ativos

A decisão da XP em distribuir os títulos do Banco Master foi tomada de forma técnica, segundo Pires, devido ao cumprimento dos critérios exigidos e para evitar possíveis problemas legais. Qualquer análise qualitativa adicional poderia configurar crime contra o Sistema Financeiro Nacional. Nos últimos 12 meses, não houve intervenção do BC ou perda de rating.

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Necessidade de reformas no Fundo Garantidor de Crédito (FGC)

O caso do Banco Master também evidenciou a necessidade de reformas no Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A proposta da Associação Brasileira dos Bancos (ABBC) sugere limites do lado dos ativos para instituições que captam valores acima do seguro. A reforma mais importante, segundo Pires, seria no lado dos ativos para garantir a segurança e estabilidade do sistema financeiro.

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