Os contratos do mini-índice (WINZ25), com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão em queda de 0,32%, situando-se em 159.040 pontos. Enquanto isso, o Ibovespa também retrocedeu pelo segundo dia consecutivo, recuando 0,30% para 157.162 pontos, num contexto de pressão externa intensa, com Wall Street registrando perdas acima de 1%. Esse cenário foi influenciado por vendas nas ações de tecnologia e preocupações com os valuations do setor de Inteligência Artificial.
No mercado nacional, o desempenho do varejo em setembro abaixo do esperado, as revisões nas projeções de PIB e inflação, juntamente com os impactos da temporada de balanços, tiveram efeito. Destaque para a queda de 42% da Hapvida (HAPV3), o avanço da Petrobras (PETR3; PETR4) impulsionado pelo petróleo, e a leve baixa da Vale (VALE3).
A análise técnica aponta para possíveis correções no mini-índice (WINZ25), com o índice próximo das máximas históricas e sujeito ao fluxo corporativo. A volatilidade tende a se manter alta devido aos balanços e à reação do mercado em relação às techs nos EUA, com o IGP-10 e o Prisma Fiscal podendo provocar ajustes extras durante o dia.
No gráfico de 15 minutos, observa-se que o mini-índice encerrou a última sessão em queda, reforçando a correção em curso. Para continuar o movimento de baixa, será necessário perder o suporte em 158.950/158.475 pontos, podendo avançar em direção a 158.030/157.840 pontos e, mais adiante, atingir 157.375/156.670 pontos.
Para retomar a tendência de alta, é preciso ultrapassar a resistência em 159.175/160.000 pontos, o que poderia abrir caminho para 160.370/160.605 pontos e, em sequência, 161.170/161.650 pontos. No aspecto diário, apesar de manter a tendência de alta e negociar acima das médias de 9 e 21 períodos, o ativo demonstra sinais de exaustão das últimas altas, com o IFR (14) em 78,64 indicando sobrecompra.
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice fechou em queda, operando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando enfraquecimento do impulso comprador. O movimento baixista pode se consolidar com a perda do suporte em 158.475/157.840 pontos, podendo atingir 156.670/154.500 pontos e, em projeção mais extensa, 153.250/152.480 pontos.
Para retomar o viés de alta, o ativo precisa romper a resistência em 159.267/160.605 pontos, abrindo caminho para 161.650/161.930 pontos e, posteriormente, 162.445/163.135 pontos.
Essas análises técnicas do mini-índice (WINZ25) evidenciam a complexidade do cenário atual, com indicativos de possíveis movimentações de correção ou retomada de tendência. A volatilidade esperada reforça a importância de os investidores acompanharem de perto os desdobramentos do mercado para tomadas de decisões mais precisas.
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