O mercado financeiro encerrou julho com o Ibovespa em queda de 0,69%, acumulando perdas de 4,17%, o pior desempenho mensal desde dezembro. Essa queda foi influenciada por diversos fatores, como o adiamento dos cortes de juros nos EUA e dados mistos no Brasil, com destaque para o desemprego em mínima histórica e a dívida pública acima do previsto.
Na quinta-feira (31), os traders do mini-índice (WINQ25) enfrentaram um dia de cautela e instabilidade. O mercado acompanhou de perto o desempenho das ações da Vale e da Petrobras, além da realização nos bancos e a frustração com os balanços corporativos. A agenda carregada para sexta-feira (1) e a incerteza em relação ao impacto econômico das tarifas nos próximos dias podem aumentar a volatilidade nas operações com o índice futuro.
Os contratos de mini-índice com vencimento em agosto encerraram a última sessão com queda de 0,65%, aos 133.635 pontos, revertendo parte dos ganhos recentes e reacendendo o alerta para a retomada do fluxo vendedor. No gráfico de 15 minutos, é destacado que o mini-índice fechou em queda, refletindo a entrada de força vendedora após dois pregões de recuperação. Porém, o ativo segue operando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que requer cautela com rompimentos falsos.
Para retomar o movimento de alta, será essencial romper a resistência em 133.775/134.030. Em caso de superação desse nível com volume, o ativo pode buscar alvos mais amplos em 134.310/135.000 e, em seguida, 135.870/136.170. Por outro lado, se a pressão vendedora continuar e houver rompimento do suporte em 133.500/133.070, o índice poderá acelerar a queda em direção aos suportes seguintes, em 132.635/132.335, com alvo estendido em 131.675/130.900.
No gráfico diário, o mini-índice fechou em baixa e segue negociando abaixo das médias móveis, mantendo o cenário técnico pressionado. Para sugerir uma reversão mais clara, será necessário romper a resistência entre 134.210/135.870, com alvo projetado em 136.600/138.290. O Índice de Força Relativa (IFR) em 37,28 reforça o sinal de possível repique técnico, mas ainda não aponta uma reversão de tendência clara.
Já no gráfico de 60 minutos, mesmo com a queda, o mini-índice encerrou a sessão acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando espaço para correções moderadas antes de uma possível reversão mais ampla. Para retomar o movimento altista, será necessário romper a resistência em 134.210/135.000, enquanto a perda do suporte entre 133.990/132.335 pode dar continuidade ao movimento de baixa.
Diante desse cenário, as operações com o mini-índice (WINQ25) devem ser realizadas com cautela, atentando-se aos níveis de suporte e resistência destacados nas análises técnicas apresentadas. A volatilidade e as incertezas presentes no mercado exigem uma postura defensiva dos investidores para lidar com possíveis oscilações nos próximos dias.
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