Wall Street passa a subir e Ibovespa zera perdas com decisão contra tarifas de Trump

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Os principais índices tinham revertido as perdas do início da sessão depois que a Suprema Corte derrubou a política ampla de tarifas de Trump

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Lara Rizério

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20/02/2026 12h35 •

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Painel de cotações na B3, em São Paulo(Foto: REUTERS/ Amanda Perobelli)

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Os mercados globais tiveram uma melhora no início da tarde desta sexta-feira (20) em meio à decisão da Suprema Corte dos EUA contra as tarifas de Donald Trump, presidente dos EUA.

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O índice Dow Jones Industrial Average avançou 0,3%. O S&P 500 subiu 0,4%, enquanto o Nasdaq Composite ganhou 0,5%, amparado por uma alta de 2% nas ações da Alphabet. Por aqui, o Ibovespa zerou as perdas e, às 12h30 (horário de Brasília), tinha leve queda de 0,08%, a 188.383 pontos.

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Os principais índices tinham revertido as perdas do início da sessão depois que a Suprema Corte derrubou a política ampla de tarifas de Trump, com a maioria dos ministros decidindo que a lei que embasava as tarifas de importação “não autoriza o presidente a impor tarifas”.

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“Parecia que apenas o governo ainda tinha esperança de que as tarifas da IEEPA seriam mantidas”, disse à Bloomberg Brian Jacobsen, da Annex Wealth Management. “Isso significa que o governo Trump vai optar por tarifas específicas por país e setor. Essas tarifas levam mais tempo para serem impostas.”

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Jacobsen também observou que Trump poderia emitir uma tarifa geral temporária, mas essa seria muito mais limitada em termos de valor e duração. Isso lhe daria tempo para superar os obstáculos processuais necessários para obter as tarifas que deseja, disse ele.

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“O Tribunal não ordenou o reembolso das tarifas, mas abriu essa possibilidade”, observou. “Os consumidores não devem esperar receber reembolsos de tarifas, já que quem realmente pagou no porto é quem tem direito ao reembolso, e não quem pagou no caixa. Isso proporcionará um alívio temporário, pois apenas adia o inevitável: tarifas de outra autoridade.”

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Jacobsen também observou que Trump poderia emitir uma tarifa geral temporária, mas que essa seria muito mais limitada em termos de valor e duração. Na frente econômica, o Produto Interno Bruto (PIB) ajustado pela inflação cresceu 1,4% em termos anualizados no quarto trimestre, após um aumento de 4,4% no mesmo período do ano anterior. No geral, a economia expandiu 2,2% no ano passado.

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Mais cedo, os investidores receberam uma leitura fraca da atividade da economia americana: o PIB cresceu 1,4% no quarto trimestre, bem abaixo da alta de 2,5% esperada por economistas consultados pela Dow Jones. No terceiro trimestre, a expansão de 4,4% havia superado com folga as projeções.

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Segundo o Departamento de Comércio, o recorde de duração da paralisação parcial do governo (shutdown) é o principal responsável: a interrupção, que se estendeu pela primeira metade do quarto trimestre, teria reduzido em cerca de 1 ponto percentual o crescimento do período.

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Além dos dados de PIB, o relatório do índice de preços de gastos com consumo (PCE), medida de inflação preferida do Federal Reserve, mostrou que a inflação ficou estável em dezembro. Excluindo alimentos e energia, o núcleo do PCE ficou em 3%, em linha com as expectativas, mas ainda bem acima da meta de 2% do Fed.

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Os dirigentes do Fed estão divididos entre aqueles mais preocupados em sustentar o mercado de trabalho e os que veem a inflação como o maior risco. A ata da reunião de janeiro indica que alguns formuladores de política querem ver mais evidências de desaceleração da inflação antes de votar por novos cortes de juros.

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(com agências internacionais)

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Lara Rizério

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Editora de mercados do InfoMoney, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional, além de ficar bem de olho nos desdobramentos políticos e em seus efeitos para os investidores.

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