Vivo e TIM: Análise pós-alta em 2025 revela oportunidade de compra apontada por BBA

Vivo e TIM: Análise das operadoras após alta em 2025

As ações das operadoras Vivo (VIVT3) e TIM Brasil (TIMS3) acumularam altas expressivas de 43% e 57% no ano, levando o Itaú BBA a iniciar a cobertura com recomendação neutra e preços-alvo de R$ 35,50 e R$ 24,00, respectivamente. Os dividend yields projetados para 2026 são de 7,8% e 8,4%, abaixo do retorno de ativos de renda fixa. O banco prefere aguardar por pontos de entrada mais atrativos, considerando que os vetores que impulsionaram a valorização das ações já estão refletidos nos preços.

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De acordo com analistas, fatores que têm impulsionado a geração de fluxo de caixa livre (FCF) e a expansão dos retornos das empresas devem se manter nos próximos anos, indicando uma demanda estrutural mais forte por parte dos investidores. Para 2026, o BBA projeta que a Vivo registre um FCF de R$ 11,8 bilhões, com crescimento de 21% em relação ao ano anterior, e um dividend yield de 7,8%. Já a TIM deve alcançar um FCF de R$ 6,4 bilhões, com crescimento de 9% ano a ano e dividend yield de 8,4%.

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No longo prazo, as expectativas são de que ambas as empresas continuem entregando ganhos de caixa, com taxas internas de retorno real (TIR) estimadas em 9,8% para a Vivo e 9,1% para a TIM, abaixo dos retornos de dois dígitos de outros ativos de renda fixa.

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O banco ressalta que os dividend yields atuais das duas empresas estão alinhados com a média global das teles, reduzindo a urgência de entrada nas ações. Possíveis riscos incluem uma desaceleração no crescimento dos serviços móveis no segundo semestre de 2025, com estimativas de lucro líquido 3,4% e 3,5% abaixo do consenso para Vivo e TIM, respectivamente. Além disso, a demanda crescente por ações de maior risco pode provocar uma rotação de value para growth nos próximos 12 meses, sugerindo melhores pontos de entrada no futuro.

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O setor de telecomunicações tem apresentado cenários favoráveis, com receitas móveis da Vivo e TIM superando PIB e inflação desde 2020, impulsionadas pela consolidação de mercado e novas avenidas de crescimento. As empresas têm explorado oportunidades como fibra (FTTH), serviços B2B, internet das coisas (IoT) e potenciais oportunidades ligadas à inteligência artificial.

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Além disso, a intensidade de investimentos (capex) vem reduzindo em relação às receitas, de mais de 20% há cinco anos para a faixa dos “meados de 10%”. A implementação de FTTH, a expansão do 5G, mudanças regulatórias e compartilhamento de redes têm contribuído para essa redução, embora os investimentos devam continuar, especialmente devido às exigências técnicas do 5G. Os pagamentos de arrendamento (leases) também podem ganhar peso sobre a receita no futuro.

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Em meio a um cenário de crescente competição e avanços tecnológicos, as operadoras Vivo e TIM buscam se posicionar estrategicamente para continuar atraindo investidores e mantendo sua posição no mercado de telecomunicações brasileiro.

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