Nesta sexta-feira (31), o radar corporativo traz como destaque os resultados de grandes empresas, como a Vale, Gerdau, Vivo e mais. A Azul apresentou um Ebitda de R$ 613,8 milhões em setembro, enquanto a Quiport, controlada da Motiva, planeja captar R$ 2,690 bilhões no exterior.
A Vale divulgou seu balanço do terceiro trimestre de 2025, registrando lucro líquido de US$ 2,68 bilhões, com alta de 11% em relação ao ano anterior. A projeção LSEG era de US$ 2,1 bilhões, abaixo do apresentado pela mineradora. O lucro líquido proforma da empresa ficou em US$ 2,7 bilhões, com crescimento de 78% na comparação anual.
A Gerdau teve lucro líquido ajustado de R$ 1,09 bilhões no terceiro trimestre de 2025, com queda de 23,9% em relação ao mesmo período de 2024. A empresa relatou prejuízo financeiro no valor de R$ 223 milhões no terceiro trimestre. Na comparação trimestral, o lucro aumentou em 26,2%.
A Telefônica Brasil registrou lucro líquido de R$ 1,9 bilhão no terceiro trimestre de 2025, apresentando um aumento de 13,3% em relação ao ano anterior. O Ebitda da empresa ficou em R$ 6,5 bilhões, um crescimento de 9% no mesmo período.
A Multiplan, proprietária de 20 shopping centers, teve lucro líquido de R$ 221,1 milhões no terceiro trimestre de 2025, com queda de 20,9% em comparação com o mesmo período do ano passado, devido ao aumento das despesas financeiras.
A Azul, em processo de recuperação judicial, anunciou um Ebitda de R$ 613,8 milhões em setembro, com receita líquida total de R$ 1,831 bilhão.
Já a POMO4, fabricante de carrocerias de ônibus, divulgou um lucro líquido de R$ 329,6 milhões no terceiro trimestre de 2025, apresentando uma ligeira queda em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Vulcabras teve um aumento de 11,6% no lucro recorrente do terceiro trimestre, chegando a R$ 163 milhões, enquanto a Ambipar obteve a aprovação judicial para seu pedido de recuperação.
A Justiça determinou que a Claro substitua a Oi na prestação de serviços ao CINDACTA, enquanto a Braskem enfrenta uma Ação Civil Pública solicitando a desocupação de áreas afetadas pelo afundamento do solo e o pagamento de indenizações. A Motiva lançou uma oferta de bonds para sua controlada Quiport, visando uma captação de até US$ 500 milhões no mercado internacional.
Com uma série de mudanças e resultados expressivos no mercado corporativo nacional, as empresas buscam se manter competitivas e adaptadas ao cenário econômico em constante transformação.
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