O dólar apresentou um leve aumento e fechou a sexta-feira próximo à estabilidade em relação ao real, refletindo as oscilações do mercado internacional. Pela manhã, as cotações reagiram à divulgação de um índice de preços nos Estados Unidos abaixo das expectativas, porém se recuperaram ao longo do dia em consonância com o cenário externo.
O índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA teve alta de 0,3% em setembro, com ajuste sazonal, após ter subido 0,4% em agosto. Em termos anuais, o índice registrou um aumento de 3,0% antes do ajuste sazonal.
A expectativa dos economistas era de que os preços ao consumidor nos EUA subiriam 0,4% no último mês, seguindo a mesma margem de agosto. Já no acumulado de 12 meses até setembro, a estimativa era de um aumento de 3,1%.
O dólar à vista fechou em alta de 0,14%, atingindo R$ 5,3930. Na semana, a moeda acumulou uma queda de 0,25%, enquanto no ano a desvalorização chegou a 12,72%. Na B3, às 17h06, a cotação do dólar para novembro apresentava um aumento de 0,16%, alcançando R$ 5,4020.
No mercado comercial, a moeda foi cotada a R$ 5,393 para compra e venda. Já para o dólar turismo, as taxas foram de R$ 5,415 e R$ 5,595, respectivamente.
O otimismo também foi impulsionado pela confirmação do encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, como parte da viagem de Trump à Ásia. Essa reunião contribuiu para o fortalecimento do sentimento de investidores no mercado financeiro.
No cenário nacional, a Usiminas apresentou prejuízo de R$ 3,5 bilhões no terceiro trimestre, revertendo o lucro anterior. Por sua vez, a Petrobras divulgou dados de produção e vendas do mesmo período após o fechamento dos mercados.
Além disso, o candidato à presidência Fernando Haddad participou de um seminário de precatórios realizado pelo Instituto dos Advogados de São Paulo, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,18% em outubro, abaixo do previsto pelo mercado, que esperava um índice de 0,25%.
Em meio a essas movimentações econômicas e políticas, o dólar segue sendo influenciado por fatores tanto internos quanto externos, mantendo investidores e analistas atentos às próximas decisões e desdobramentos nos mercados nacionais e internacionais.
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