Vale e siderúrgicas têm queda brusca, enquanto Usiminas dispara nesta sessão

Usiminas tem alta expressiva após redução da participação da CSN

Nesta quinta-feira, as ações da Vale (VALE3) e da Gerdau (GGBR4) fecharam em baixa devido ao declínio dos futuros de minério de ferro na China e dados econômicos desfavoráveis. Enquanto a VALE3 encerrou o dia com queda de 0,71%, a GGBR4 recuou 3,02%. Já a Usiminas (USIM5) teve um desempenho contrário, com alta de 5,80% e fechamento a R$ 4,38.

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A valorização das ações da Usiminas se deu após a CSN reduzir sua participação na empresa pela metade, ao vender R$ 263,3 milhões em ações para a Globe Investimentos. Essa operação foi vista positivamente pelo mercado, pois ajudou a diminuir a pressão vendedora sobre o papel da Usiminas.

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A redução da participação da CSN na Usiminas segue uma determinação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que exigiu que a CSN apresentasse um plano de venda de ações que detém na Usiminas. Essa medida foi estabelecida para evitar concentração excessiva no setor, encerrando um litígio que se arrastava desde 2014.

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No cenário macroeconômico, os contratos futuros de minério de ferro na China registraram quedas, com o contrato de setembro na Bolsa de Mercadorias de Dalian recuando 2,38% e atingindo o menor valor desde meados de julho. Essa queda consecutiva nos preços do minério de ferro reflete a preocupação com a demanda, impulsionada por dados decepcionantes da atividade industrial na China, principal mercado consumidor.

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Em meio a esse cenário de oscilações no mercado, a CSN teve uma movimentação pendular, fechando o dia com alta de 1,01%, a R$ 8,02, após enfrentar perdas durante grande parte da sessão. Ainda assim, a empresa viu uma desvalorização de sua participação na Usiminas, o que acabou beneficiando a concorrente.

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Com as incertezas econômicas e oscilações no mercado de commodities, o cenário para as empresas do setor segue sujeito a volatilidades. Enquanto a Vale e a Gerdau enfrentam pressões devido ao contexto internacional desfavorável, a Usiminas encontrou um ponto de alívio com a movimentação da CSN em reduzir sua participação na empresa. A tendência é que o mercado continue atento aos desdobramentos dessas ações e às influências externas que impactam o setor siderúrgico e mineral.

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