“Vai durar mais tempo”: o que faz Ibovespa cair 3% nesta terça com o conflito no Irã

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“Vai durar mais tempo”: o que faz Ibovespa cair 3% nesta terça com o conflito no Irã

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Sentimento de aversão a risco do mercado é ainda mais forte do que na véspera, na sessão logo após a eclosão do conflito

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Lara Rizério

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03/03/2026 10h14 •

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Atualizado 21 minutos atrás

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Painel de ações (Crédito: Shutterstock)

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Após uma sessão pós eclosão do conflito no Irã que foi encerrada com aparente tranquilidade para o Ibovespa – com ganhos de 0,28%, a 189.307 pontos, guiado pelas petroleiras -, a terça-feira (3) começou com perdas mais acentuadas para o mercado brasileiro, com indicações de extensão do conflito. Às 10h10 (horário de Brasília), o Ibovespa caía 3,02%, a 183.510 pontos.

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O movimento já era sentido antes da abertura da Bolsa, com o índice futuro do Ibovespa chegando a cair mais de 2%, enquanto o EWZ, principal ETF brasileiro negociado no mercado americano, chegou a ter baixa de cerca de 4% no pré-mercado em Wall Street.

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Por outro lado, os ADRs (recibo de ações negociado na Bolsa de Nova York) da Petrobras (PETR3;PETR4) PBR, equivalentes aos ordinários) subiam com o petróleo, ainda que num ritmo bem mais modesto do que na véspera. Os papéis registravam ganhos de 1,76%, a US$ 17,62, após saltarem 4,15%, a US$ 17,32, na véspera.

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As preocupações com a inflação predominavam nos mercados internacionais nesta terça-feira diante do aumento nos preços da energia devido ao conflito no Oriente Médio.

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Por aqui, eventual aumento de médio a longo prazo nos preços do petróleo podem forçar a Petrobras a subir os preços dos combustíveis, destaca osé Faria Júnior, planejador financeiro certificado pela Planejar.. A gasolina tem peso de 5% na inflação e o diesel tem peso bem menos relevante, mas também gera algum impacto inflacionário.

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“Assim, em que pese as opções do Copom não terem mudado a aposta de corte de 50 bps (pontos-base_ para esta reunião, haveria risco de ciclo de corte de juros menor do que o precificado. Se a defasagem ficar em torno de 20% e houver reajuste desta magnitude, o impacto inflacionário se aproximaria de 0,5%. Por ora, a Petrobras não reajustará os preços”, destaca.

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A liquidação nos mercados acionários globais se aprofundava nesta sessão e o dólar se fortalecia em meio ao forte aumento nos preços do petróleo e do gás natural, com os investidores lidando com a incerteza sobre quanto tempo o conflito pode durar após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã. No Brasil, o dólar comercial saltava 1,5% e batia os R$ 5,24 durante a manhã.

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Declaração de Trump ontem sugere que o conflito pode durar mais tempo do que o esperado anteriormente, já que o presidente fará tudo o que for preciso para destituir o regime do Irã. O presidente dos EUA apontou na véspera que a ofensiva no Irã pode durar entre quatro e cinco semanas.

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Adicionalmente, observa-se a continuação da queda de empresas de AI, como Nvidia, que cai 3% nesta manhã com possível nova limitação de venda para a China.

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Já o Catar suspendeu sua produção de gás natural liquefeito na segunda-feira, levando ao fechamento preventivo de instalações de petróleo e gás em todo o Oriente Médio. A produção do país representa cerca de 20% da oferta global.

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Enquanto isso, uma autoridade da Guarda Revolucionária do Irã disse na véspera que o Estreito de Ormuz foi fechado ao tráfego marítimo e que o país abrirá fogo contra qualquer navio que tente atravessar.

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Em Wall Street, o futuro do Dow Jones caía 1,75%, S&P futuro tinha baixa de 1,80% e Nasdaq futuro registrava queda de 2,31%.

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Os investidores se preocuparam com o choque inflacionário que pode se seguir a uma crise energética. Com o Estreito de Ormuz fechado ao tráfego marítimo, um aumento nos preços do petróleo pode rapidamente se espalhar para a economia em geral, complicando as perspectivas já instáveis para o Federal Reserve, à medida que os índices de inflação elevados se acumulam e as autoridades mostram sinais de divergências.

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Esse cenário reforçou as expectativas de que o Fed provavelmente não reduzirá a taxa de juros tão cedo.

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As bolsas europeias também operam em forte baixa na manhã desta terça, ampliando as robustas perdas de ontem.

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Por volta das 10h (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 caía 2,73%, a 606,60 pontos, depois de fechar no menor patamar em mais de duas semanas no pregão anterior. No horário, os subíndices de bancos e de empresas de utilidade pública (energia elétrica, água e gás) tinham quedas de mais de 3%.

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Investidores temem que o conflito no Oriente Médio, deflagrado por um ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, prejudique a oferta do petróleo, cujos preços saltam pelo segundo dia consecutivo. De acordo com Teerã, o Estreito de Ormuz, via por onde trafega cerca de 20% do petróleo mundial, está fechado.

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As bolsas asiáticas fecharam em forte baixa. Liderando as perdas na Ásia, o índice sul-coreano Kospi sofreu um tombo de 7,24% em Seul – no seu pior pregão em 19 meses -, a 5.791.91 pontos, na volta de um feriado. As fabricantes de semicondutores Samsung Eletronics – maior blue chip do Kospi – e SK Hynix amargaram respectivas quedas de 9,88% de 11,50%.

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Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei caiu 3,06% em Tóquio, a 56.279,05 pontos, o Hang Seng recuou 1,12% em Hong Kong, a 25.768,08 pontos, e o Taiex cedeu 2,20% em Taiwan, a 34.323,65 pontos. Até recentemente, o Kospi e o Nikkei vinham atingindo sucessivas máximas históricas.

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Na China continental, o Xangai Composto teve baixa de 1,43%, a 4.122,68 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto registrou perda mais expressiva, de 3,24%, a 2.655,81 pontos.

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Investidores temem que o conflito no Oriente Médio, deflagrado por um ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, afete o fornecimento de petróleo na região asiática.

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(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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Lara Rizério

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Editora de mercados do InfoMoney, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional, além de ficar bem de olho nos desdobramentos políticos e em seus efeitos para os investidores.

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