Usiminas planeja manter valores do aço em conversas com indústria automobilística no começo de 2026

Usiminas mantém preços de aço em negociações com montadoras

A Usiminas, em negociações para renovar contratos com montadoras de veículos em janeiro de 2026, indica estabilidade de preços para o aço a ser fornecido. O vice-presidente financeiro da companhia, Thiago da Fonseca Rodrigues, afirma que os preços atuais serão mantidos para o próximo trimestre.

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Para os contratos com o setor automotivo com vencimento em abril, o executivo prefere não fazer projeções, destacando que ainda está distante. Já para o setor da distribuição, a empresa realizou um aumento de 4% em outubro e considera outros ajustes necessários.

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Expectativas e projeções da Usiminas

Em relação aos custos, a Usiminas espera reduzir os custos neste trimestre em comparação com o anterior, impulsionada por preços de matérias-primas e ganhos de eficiência. No terceiro trimestre, o custo do produto vendido da divisão de siderurgia foi de R$4.982 por tonelada, uma queda de 2,9% em relação ao trimestre anterior e de 3,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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Sobre o projeto de investimento em mineração chamado 'Compactos', a Usiminas planeja tomar uma decisão a partir da segunda metade de 2026, podendo se estender até 2027. A empresa avalia uma capacidade inicial de 5 milhões de toneladas, com possibilidade de execução em fases.

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Projetos de extensão da vida útil da produção de minério

Enquanto avalia o projeto 'Compactos', a Usiminas trabalha para ampliar a vida útil da produção atual de minério, Projeto Friáveis, para além de 2031. A empresa busca alternativas como buscar novas áreas para processamento, parcerias com produtores locais e aquisição de direitos minerários em outras regiões.

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Investimentos e projeções futuras

Para o próximo ano, a Usiminas está em processo de elaboração do orçamento, e não espera que os investimentos de 2026 ultrapassem os R$1,5 bilhão projetados para este ano. O foco da empresa é manter a liquidez e cumprir o plano de investimentos para os próximos anos, incluindo projetos na usina em Ipatinga (MG), que devem consumir um total de R$3,5 bilhões entre 2026 e 2029.

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Em relação à distribuição de dividendos, ainda é uma incógnita segundo o vice-presidente financeiro, que destaca a importância de priorizar os investimentos planejados e manter a empresa em uma boa posição financeira.

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