O dólar encerrou a quarta-feira em alta de 0,36%, cotado a R$ 5,5885, influenciado pelo clima de incerteza internacional e tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos. O mercado reagiu à postura rígida de Donald Trump e à decisão do Federal Reserve de manter os juros nos EUA, sem sinalizar cortes iminentes.
No Brasil, o Copom decidiu manter a Selic, alinhado com as expectativas, em um dia de desempenho misto na bolsa brasileira, pressionada pela aversão ao risco global e cautela fiscal doméstica.
Os contratos do minidólar (WDOQ25) fecharam a última sessão com leve alta de 0,02%, cotados a 5.624 pontos. No curto prazo, o minidólar oscilou em uma faixa estreita, indicando neutralidade momentânea. Para retomar o movimento de alta, será essencial a entrada de volume comprador que leve à quebra da resistência em 5.632/5.639.
No gráfico de 15 minutos, o cenário aponta para possíveis alvos em 5.659,5/5.675,5 e 5.681/5.687, caso a resistência seja rompida. Por outro lado, se o suporte em 5.612/5.600 for rompido, o ativo pode cair em direção a 5.592/5.578 e 5.548/5.520. Qualquer rompimento relevante poderá definir a direção do curto prazo.
No diário, o ativo apresentou um candle do tipo doji, refletindo indecisão e volatilidade, com movimento lateralizado e médias apontando pouca inclinação. O ponto de atenção segue sendo a mínima do ano em 5.437,5 e a necessidade de superar a região de 5.675,5/5.701,5 para uma reação mais sólida.
No intraday, o minidólar fechou levemente positivo, mas segue abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando que os vendedores ainda têm controle parcial do fluxo. Para reverter esse cenário, o ativo terá que vencer a resistência na região de 5.630/5.652,5.
Com a volatilidade global e as decisões econômicas norteando o mercado, os traders de minidólar estão atentos aos desdobramentos diplomáticos e às próximas reações do mercado. Os movimentos técnicos e políticos entre Brasil e EUA continuam a influenciar as operações, com o cenário atual indicando a necessidade de quebras de resistência para movimentos de alta ou suportes para quedas. O cenário de indecisão e cautela permeia as análises, enquanto os investidores aguardam por definições que possam orientar as operações no curto prazo.
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