O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a fazer pressão sobre o Federal Reserve (Fed), banco central americano, para que reduza as taxas de juros. Ele argumenta que o país não enfrenta mais inflação e que juros baixos seriam compatíveis com os bons resultados econômicos.
Trump também destacou o impacto das tarifas sobre a economia, mencionando que o PIB do segundo trimestre superou as projeções, passando de 2,0% para 3,8%. Ele atribuiu parte desse desempenho ao efeito das medidas tarifárias adotadas.
Em meio a uma queda registrada nas bolsas americanas, o presidente negou responsabilidade, citando recordes recentes alcançados pelo mercado acionário. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, expressou confiança em reverter essa situação sem detalhar estratégias.
Quanto às relações externas, Trump mencionou estar próximo de um acordo sobre Gaza, além de sugerir pressionar a Turquia a deixar de comprar petróleo russo em função do conflito na Ucrânia. Sobre uma possível paralisação do governo, o presidente admitiu a chance, atribuindo a responsabilidade aos democratas.
Em resumo, Trump tem pressionado o Fed por cortes de juros, destacando o desempenho econômico do país no segundo trimestre e o impacto das tarifas. A queda nas bolsas é minimizada por ele, enquanto negociações externas e uma possível paralisação do governo também estão em pauta.
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