Os contratos de minidólar (WDOZ25) encerraram a última sessão com leve baixa de 0,12%, cotados a 5.414 pontos. Essa variação refletiu ajustes técnicos típicos do último pregão do mês e a alta do índice DXY após falas cautelosas de dirigentes do Federal Reserve, reduzindo as expectativas de novos cortes de juros em dezembro.
No Brasil, o dólar à vista fechou em R$ 5,3795, com alta de 1,07% em outubro. Apesar da pressão externa, o movimento foi contido pela liquidez doméstica e pelo bom desempenho das bolsas em Nova York. Os traders continuam atentos à trajetória dos juros nos EUA e ao fluxo estrangeiro, que devem guiar o câmbio nos próximos dias.
Observando o gráfico de 15 minutos, o minidólar operou em baixa, abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando um fluxo vendedor. Para uma reversão do movimento de queda, será essencial romper a resistência em 5.420/5.434,5. Caso contrário, se o preço perder o suporte em 5.406/5.398, a pressão vendedora pode se intensificar.
No gráfico diário, o ativo segue em uma estrutura baixista de curto prazo, negociando abaixo das médias móveis. Para buscar uma alta, será necessário superar a região de médias e resistência em 5.434,5/5.459. Por outro lado, a perda do suporte em 5.370/5.358 pode fortalecer o movimento de baixa.
Analisando o gráfico de 60 minutos, o minidólar manteve o movimento negativo, operando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Será crucial romper a região de 5.434,5/5.445 para tentar uma reação de alta mais consistente. Em contrapartida, a perda do suporte em 5.406,5/5.390 pode intensificar a pressão vendedora.
Os traders estarão atentos às movimentações do Copom e ao relatório de emprego dos EUA, que podem impactar diretamente o cenário do minidólar. No curto prazo, os próximos dias prometem ser decisivos para a direção da moeda frente às expectativas do mercado.
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