Os contratos de mini-índice (WINZ25) encerraram a última sessão em alta de 0,58%, atingindo 145.715 pontos, com destaque para a valorização impulsionada por empresas como Vale (VALE3), Eletrobras (ELET3) e bancos. O dólar recuou para R$ 5,46 e os juros futuros mantiveram uma leve volatilidade.
No cenário internacional, as sinalizações mais brandas do Federal Reserve contribuíram para reduzir as tensões entre os EUA e a China. No Brasil, a atenção se volta para o cenário fiscal e a divulgação do IBC-Br, que serve como prévia do PIB e deve influenciar o humor dos traders do mini-índice.
No gráfico de 15 minutos, o mini-índice manteve um viés positivo, fechando acima das médias de 9 e 21 períodos. Para manter a tendência de alta, será necessário romper a resistência em 146.100/146.720 pontos, abrindo caminho para níveis mais altos, como 147.700/148.215 pontos. Por outro lado, um enfraquecimento no movimento pode acionar uma correção em direção a 144.945/144.345 pontos.
No gráfico diário, o cenário aponta para uma recuperação após semanas de pressão vendedora, mas ainda dentro de uma estrutura técnica de baixa. O rompimento da faixa de resistência em 146.100/146.970 pontos pode impulsionar o ativo para 148.540/150.525 pontos. Por outro lado, a perda da região de suporte em 144.005/142.985 pontos pode indicar uma retomada do movimento vendedor.
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice confirma a terceira sessão consecutiva de alta, negociando acima das médias de 9 e 21 períodos. Para manter a tendência de alta, é importante romper a resistência em 146.100/146.970 pontos, abrindo espaço para 147.700/148.540 pontos e 149.195/150.525 pontos. Por outro lado, a perda do suporte em 145.590/144.945 pontos pode sinalizar um retorno do movimento vendedor.
Com base na análise técnica do mini-índice (WINZ25), a tendência de valorização se mantém, porém, é crucial observar os pontos de resistência e suporte destacados nos gráficos de 15 minutos, diário e 60 minutos. Os desdobramentos no cenário fiscal no Brasil e as relações comerciais entre EUA e China continuam influenciando as decisões dos traders, que devem monitorar de perto os próximos movimentos do mercado.
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