O Ministério das Comunicações e a Telebras assinaram um contrato com o objetivo de tornar a empresa estatal autossuficiente e não mais dependente de recursos do Tesouro Nacional. Essa ação está alinhada com a estratégia do governo de transição das empresas estatais federais para a condição de não dependentes do Orçamento Geral da União.
O contrato foi assinado em cerimônia realizada nesta sexta-feira, com a presença do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, da ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, e do presidente da Telebras, André Leandro Magalhães. A iniciativa faz parte de uma portaria do governo publicada em agosto que define as regras para a transição das estatais para a condição de não dependentes.
O governo tem como meta tornar as empresas estatais capazes de gerar suas próprias receitas e operar sem necessidade de aportes regulares do Tesouro Nacional. Atualmente, o Brasil possui 44 empresas estatais federais, sendo que 17 delas dependem de recursos do Tesouro para suas despesas de custeio e investimento.
A Telebras é uma das empresas públicas dependentes com melhor sustentabilidade financeira e, com essa transição, poderá se tornar não dependente do Orçamento da União. Segundo a estatal, os recursos em caixa poderão ser direcionados para investimentos e expansão dos negócios, sem necessidade de aportes do Tesouro.
Com foco na ampliação da carteira de clientes, a Telebras destaca instituições como INSS, DATASUS, Ministério do Trabalho, Ministério da Educação, ICMBio, INMET e TJMG. A empresa já desperta interesse de instituições como o Banco Mundial para futuros investimentos, o que fortalece sua governança e capacidade de gerar retorno à sociedade.
A assinatura do contrato entre o Ministério das Comunicações e a Telebras representa um passo importante na busca por autossuficiência das empresas estatais federais. Com essa transição, a Telebras poderá operar de forma independente, gerando suas próprias receitas e investindo em seu crescimento sem depender de recursos do Tesouro Nacional. Esse movimento faz parte de uma estratégia mais ampla do governo para tornar as estatais mais eficientes e autossustentáveis.
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