As bolsas de Nova York encerraram a sessão desta quinta-feira em baixa, com o Dow Jones registrando queda de 0,84% e encerrando aos 46.912,30 pontos. O S&P 500 também fechou em baixa, caindo 1,12% para 6.720,32 pontos, enquanto o Nasdaq perdeu 1,90% aos 23.053,99 pontos.
Os investidores acompanharam a divulgação de dados de emprego nos EUA que apontaram um aumento no número de demissões, atingindo o pior nível para o mês de outubro desde 2003. Esses dados levaram à especulação sobre um possível novo corte de juros pelo Federal Reserve (Fed), embora declarações de dirigentes mantenham um tom conservador.
No setor de tecnologia, as ações fecharam em queda, refletindo preocupações com a sobreavaliação das empresas do setor. Ações como Meta, Amazon, Salesforce, Intel e Nvidia registraram quedas significativas, contribuindo para a baixa dos índices.
A Tesla também teve uma queda de 3,50%, em meio à expectativa em relação ao resultado da votação do pacote de bonificação que pode beneficiar o CEO Elon Musk com US$ 1 trilhão. O fundo soberano da Noruega foi noticiado como recusando o pacote anteriormente.
Em contrapartida, ações da Eli Lilly registraram um avanço de 1,26%, enquanto ADRs da Novo Nordisk reduziram as perdas após um acordo com o governo dos EUA para a redução de preços de medicamentos em troca de concessões tarifárias.
A Qualcomm teve uma queda de 3,63% apesar de divulgar um balanço melhor do que o esperado, por conta de um crescimento das despesas acima das expectativas. Enquanto isso, a ConocoPhillips caiu 2,33% apesar de apresentar um lucro acima do esperado e expectativas de redução de custos.
Após o anúncio de uma redução de 10% na capacidade de voos nos principais aeroportos dos EUA devido ao shutdown do governo, ações das companhias aéreas Delta, United e American Airlines também caíram.
Com o fechamento em baixa das bolsas de Nova York, impulsionado pela queda das ações de tecnologia e preocupações com emprego nos EUA, os investidores permanecem atentos às movimentações do mercado e às perspectivas econômicas. A sobreavaliação das empresas de tecnologia e o impacto das demissões no mercado de trabalho continuam a influenciar as decisões dos investidores, enquanto as ações das companhias aéreas são afetadas pelas restrições de capacidade de voos.
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