Taxas longas de DI encerram em leve alta no Brasil em jornada com agenda esvaziada

Taxas do DI fecham com leve alta em dia de agenda esvaziada no Brasil

As taxas dos DIs de curto prazo encerraram praticamente estáveis nesta sexta-feira, enquanto as taxas longas tiveram leves altas. O mercado brasileiro operou sem grandes mudanças, já que não houve indicadores que provocassem movimentos mais intensos. No final da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 ficou em 13,365%, ligeiramente acima do ajuste anterior de 13,37%.

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Impacto externo e nervosismo nos mercados

No cenário internacional, os investidores continuam atentos às tensões da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, além da expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve nos próximos meses. O presidente dos EUA, Donald Trump, comentou sobre a situação, afirmando que uma proposta de tarifa de 100% sobre produtos chineses não seria sustentável, porém culpou a China pelo impasse nas negociações comerciais. A notícia de uma futura reunião entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, trouxe certo alívio aos mercados.

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Variações e previsões

No Brasil, as taxas longas tiveram movimentações, com destaque para o contrato para janeiro de 2035, que registrou uma alta de 3 pontos-base, ficando em 13,76%. Ao longo do dia, as taxas chegaram a subir cerca de 10 pontos-base no início da manhã, porém esse movimento se atenuou ao longo da sessão. Mesmo com os rendimentos dos Treasuries em alta, a política fiscal brasileira ainda gera cautela nos investidores.

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Perspectivas e cenário futuro

Ao final da sessão, a curva brasileira de juros indicava 99% de probabilidade de manutenção da taxa básica Selic em 15% ao ano na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para novembro. Em âmbito global, o rendimento do Treasury de dez anos, importante referência para decisões de investimento, subiu 3 pontos-base, alcançando 4,007%.

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Diante de um dia com agenda esvaziada no Brasil, as atenções se mantiveram voltadas para os desenvolvimentos externos, especialmente em relação às negociações comerciais entre EUA e China. Apesar das incertezas, o mercado financeiro se posiciona de olho nas movimentações dos Treasuries e na política monetária nacional e internacional, em busca de sinais que possam orientar futuros investimentos e operações.

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