As taxas dos DIs encerraram em queda pela terceira sessão consecutiva, com os investidores atentos aos esforços do governo em equilibrar o Orçamento de 2026. A taxa do DI para janeiro de 2028 fechou em 13,19%, reduzindo 5 pontos-base em relação ao ajuste anterior de 13,24%.
No cenário internacional, os rendimentos dos Treasuries dos EUA tiveram leve queda, com investidores esperando a divulgação do índice de preços ao consumidor de setembro e a decisão sobre juros do Federal Reserve na semana seguinte.
A taxa para janeiro de 2035 fechou em 13,615%, uma redução de 5 pontos-base em relação ao ajuste anterior de 13,669%. No Brasil, com poucos indicadores econômicos em destaque, os agentes voltaram sua atenção para Brasília, onde o governo trabalha no Orçamento para 2026.
Na terça-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mencionou o envio ao Congresso de dois projetos de lei referentes à MP 1303, sobre tributação de aplicações financeiras, vista como crucial para o equilíbrio orçamentário. A MP expirou no início do mês, mas as propostas ainda não foram oficialmente apresentadas.
No fechamento da sessão, a probabilidade de manutenção da taxa Selic em 15% ao ano na próxima reunião do Copom era precificada em 99%. No mercado internacional, o rendimento do Treasury de dez anos caiu 1 ponto-base, ficando em 3,955%.
Os investidores observam de perto as movimentações em Brasília e aguardam novidades sobre os rumos do Orçamento de 2026. A decisão sobre a taxa Selic na reunião do Copom em novembro também fica no radar, assim como os desdobramentos dos eventos internacionais que podem impactar os mercados globais.
O mercado permanece em constante monitoramento, atento a qualquer novidade que possa influenciar os rumos da economia e dos investimentos, tanto no Brasil quanto no exterior.
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