Taxas dos DIs acompanham queda das Treasuries após decepção nos dados de emprego nos EUA

Taxas dos DIs caem após dados fracos de emprego nos EUA

As taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) reagiram negativamente aos números decepcionantes do mercado de trabalho dos Estados Unidos, levando a uma queda significativa. O relatório payroll mostrou uma geração de empregos abaixo do esperado nos últimos meses, o que influenciou a performance dos DIs e dos rendimentos dos Treasuries.

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No encerramento do pregão, a taxa do DI para janeiro de 2027 estava em 14,2%, representando um recuo de 15 pontos-base em relação à sessão anterior, quando estava em 14,35%. Já a taxa para janeiro de 2028 ficou em 13,515%, abaixo dos 13,671% do ajuste anterior.

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Mercado reage aos números americanos

Os dados divulgados nos EUA indicaram a criação de apenas 73.000 empregos fora do setor agrícola no mês passado, bem abaixo da projeção média de 110.000 economistas consultados pela Reuters. Além disso, os números de junho foram revisados para baixo, revelando uma geração de empregos muito inferior ao inicialmente informado.

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Esses resultados impactaram diretamente a expectativa em relação às ações do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, levando os investidores a aumentarem as apostas de um corte de juros em setembro. Isso refletiu nos rendimentos dos Treasuries, que caíram abruptamente, assim como o dólar em escala global.

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Impacto no cenário brasileiro

No Brasil, a taxa do DI para janeiro de 2027 havia atingido sua máxima de 14,390% antes do relatório payroll, subindo 4 pontos-base. No entanto, logo após a divulgação dos dados, essa taxa despencou para 14,310% e chegou a 14,165% em determinado momento.

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Especialistas apontam que a movimentação nos mercados brasileiros foi fortemente influenciada pelos acontecimentos nos Estados Unidos. A possibilidade de corte de juros pelo Fed em setembro fez com que as taxas futuras dos DIs no Brasil recuassem em toda a curva, indicando um cenário de Selic mais baixa já em 2025 e chances de cortes ainda este ano.

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Perspectivas e reações internacionais

O rendimento do Treasury de dez anos, considerado uma referência global para decisões de investimento, despencou 14 pontos-base, chegando a 4,216%. Essa queda reflete a movimentação nos mercados globais em resposta aos dados fracos de emprego nos EUA e à expectativa de cortes de juros pelo Fed.

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A reação dos investidores e analistas ilustra a sensibilidade dos mercados financeiros a eventos econômicos relevantes, como a divulgação de indicadores-chave, que são capazes de influenciar as decisões de política monetária e as expectativas de investimento ao redor do mundo.

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