Tarifas dos EUA, conflito em Galípolo e Haddad são destaques do dia com alta do dólar

Dólar em alta com foco em tarifa dos EUA

O mercado financeiro brasileiro iniciou a semana com o dólar em alta em relação ao real. Os investidores aguardam o plano de contingência do governo para empresas impactadas pela tarifa de 50% dos Estados Unidos, além de acompanharem as declarações do presidente do Banco Central e do ministro da Fazenda.

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No horário das 10h05, o dólar à vista subia 0,25%, sendo cotado a R$ 5,450 na venda. Enquanto isso, na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento registrava alta de 0,29%, chegando a R$ 5,478 na venda.

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Leilão do Banco Central e movimentação do mercado

O Banco Central realizará um leilão de até 35.000 contratos de swap cambial tradicional nesta sessão, com o objetivo de rolar o vencimento de 1º de setembro de 2025. Na sexta-feira passada, o dólar à vista fechou em alta de 0,2%, atingindo R$ 5,43415.

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Desempenho do dólar comercial e turismo

No mercado, a cotação do dólar comercial apresentava valores de compra a R$ 5,449 e venda a R$ 5,450. Já para o dólar turismo, os valores eram de compra a R$ 5,459 e venda a R$ 5,639.

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Contexto internacional e doméstico

A valorização do dólar em relação a moedas de países emergentes, como o peso mexicano e o rand sul-africano, influenciava o cenário financeiro interno. O impasse comercial entre Brasil e EUA também era acompanhado de perto, com a expectativa de anúncio do plano de ajuda às empresas afetadas até terça-feira.

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O destaque continua para as conversas entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, em busca de um entendimento mais amplo entre os países. Além disso, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, fará uma palestra na Associação Comercial de São Paulo, enquanto Haddad concederá entrevista à GloboNews.

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Cenário internacional e expectativas futuras

Os mercados globais também têm suas atenções divididas entre eventos importantes, como a divulgação de dados de inflação nos EUA, a prorrogação da trégua comercial entre EUA e Pequim e as discussões entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

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Diante desse contexto, a semana promete ser marcada por eventos que podem influenciar o apetite por risco global e manter a volatilidade elevada nos mercados. O índice do dólar, que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a outras divisas, registrava alta de 0,28%, chegando a 98,500.

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Conclusão

A movimentação do dólar frente ao real e a influência de eventos internacionais e domésticos continuam a impactar o cenário econômico e financeiro do Brasil. Enquanto os investidores aguardam decisões e pronunciamentos-chave, a volatilidade nos mercados se mantém alta, refletindo tanto questões comerciais quanto políticas de diferentes países.

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