O empresário e investidor Nelson Tanure que teve seu celular apreendido pela Polícia Federal, se pronunciou pela primeira vez desde que se tornou alvo da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras envolvendo o Banco Master.
No comunicado, Tanure negou ser controlador do banco liquidado, afirmando que suas relações com o Master eram estritamente comerciais, como cliente ou investidor em operações de crédito ou gestão de fundos.
Tanure é suspeito de ter associação oculta com o banqueiro Daniel Vorcaro, líder do Banco Master que foi liquidado pelo Banco Central em novembro do ano passado após um colapso financeiro. A PF investiga se o empresário atuou como sócio oculto do banco por meio de relações complexas, envolvendo fundos e empresas interpostas.
O empresário sustenta que todas as suas interações com o Banco Master foram estritamente comerciais, sem ter conhecimento ou ingerência em outras operações internas da instituição. Ele ressalta que as relações envolviam aplicações financeiras, operações de crédito, gestão de fundos e aquisição de participações societárias.
Mesmo sendo alvo da PF, Tanure se mantém à disposição das autoridades para colaborar com as investigações, confiante de que sua conduta será considerada lícita. Ele destaca que seus investimentos no Master têm origem em sua trajetória empresarial, ressaltando sua atuação responsável no mercado ao longo das décadas.
A PF e o Ministério Público Federal de São Paulo apontam avanços nas investigações sobre a conexão de Tanure com o Banco Master. A representação da PF junto ao STF sugere que o empresário atuava como sócio oculto do banco, utilizando fundos e estruturas societárias complexas para exercer influência.
Em nota, a defesa de Daniel Vorcaro nega qualquer irregularidade e afirma que o banqueiro colabora com as autoridades. Segundo o comunicado, até a data da liquidação do Banco Master, Vorcaro atuou ativamente para preservar a instituição e proteger credores e investidores.
Nelson Tanure encerra o comunicado reforçando a disponibilidade para cooperar com as investigações, confiando na seriedade dos órgãos de investigação para esclarecer os fatos relacionados a ele. O empresário destaca sua resiliência e serenidade diante dos prejuízos advindos das operações comerciais com o Banco Master.
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