As ações da Suzano (SUZB3) caíram 4,3% durante o Dia do Investidor, contrastando com a estabilidade do Ibovespa. Analistas acreditam que o mercado reagiu exageradamente, considerando que os desafios do setor já eram conhecidos.
O banco Itaú BBA aponta que o momento de curto prazo está melhorando e não descarta um aumento no preço da celulose branqueada de madeira de fibra curta (BHKP) entre US$ 10 e 20 por tonelada em dezembro.
A Genial Investimentos destaca fatores macroeconômicos externos e interpretações equivocadas sobre a gestão da empresa como responsáveis pela queda das ações da Suzano. A expectativa de contração do dólar frente ao real, devido à redução das taxas de juros nos EUA, e a revisão para cima da dívida operacional-alvo para 2027 geraram desconforto entre os investidores.
Apesar das oscilações, a Genial mantém a recomendação de compra para a Suzano, com um preço-alvo de R$ 63,50 em 12 meses, representando um potencial de valorização de 28%. A empresa continua sendo negociada a um EV/Ebitda abaixo da média histórica, o que é considerado um desconto excessivo.
O Itaú BBA e o Bradesco BBI também reiteram suas recomendações de compra para as ações da Suzano, destacando a postura disciplinada da administração em relação à alocação de capital e redução do endividamento. O JPMorgan mantém sua visão positiva sobre a empresa, enfatizando sua posição bem posicionada no mercado.
Apesar da queda durante o Investor Day, os analistas se mantêm otimistas em relação à Suzano, considerando a movimentação de preços como uma oportunidade de compra. A empresa segue com estratégias focadas na eficiência operacional, redução de custos e alocação disciplinada de capital, o que contribui para a confiança do mercado em relação ao seu desempenho futuro.
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