Nesta terça-feira (23), o Ibovespa Futuro apresenta valorização, com investidores acompanhando de perto os dados de inflação no Brasil e a divulgação do desempenho econômico dos Estados Unidos. No horário de 9h07 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em fevereiro registrava aumento de 0,20%, chegando aos 161.380 pontos.
No Brasil, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve alta de 0,25% em dezembro, superando o índice de 0,20% do mês anterior, conforme divulgado pelo IBGE. Expectativas dos economistas apontavam para um aumento de 0,27% para o mesmo período.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, os dados econômicos do terceiro trimestre serão revelados às 10h30, com projeção de crescimento de 3,3%, impulsionado pelos gastos sólidos dos consumidores e investimentos empresariais. A divulgação dos números foi adiada devido a uma paralisação governamental de 43 dias, tornando-os desatualizados.
Além dos indicadores econômicos, o mercado financeiro mundial também direciona sua atenção para outros fatores. No Japão, a ministra das Finanças, Satsuki Katayama, emitiu um alerta sobre a possibilidade de intervenção no iene, levando a moeda japonesa a se valorizar em relação ao dólar.
Nos EUA, os futuros do Dow Jones e S&P apresentam variações negativas, enquanto o Nasdaq Futuro opera de forma estável. Na B3, o contrato de dólar recua 0,06%, sendo negociado a R$ 5,594 no primeiro vencimento.
Na Ásia-Pacífico, os mercados fecharam em alta, destacando-se o desempenho positivo das ações de metais não-ferrosos. Já na Europa, os setores de saúde impulsionam os ganhos, com a aprovação nos EUA de um medicamento para perda de peso da empresa Novo Nordisk.
No cenário das commodities, os preços do petróleo se mantêm estáveis após um aumento de mais de 2%. Os EUA consideram a possibilidade de vender o petróleo bruto venezuelano apreendido, enquanto os ataques da Ucrânia a navios e cais russos geram preocupações sobre interrupções no fornecimento.
Por outro lado, o preço do minério de ferro na China recua, influenciado pela manutenção dos altos-fornos das siderúrgicas e pelo aumento dos estoques nos portos do país, pressionando as cotações do minério.
Diante desse panorama, os investidores monitoram de perto esses fatores que impactam os mercados globais, buscando tanto oportunidades de ganhos quanto gerenciamento de riscos em meio às complexidades econômicas e geopolíticas em curso.
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