O Rei Charles foi vaiado por um manifestante durante uma visita à Catedral de Lichfield, no Reino Unido, devido aos laços de seu irmão, o príncipe Andrew, com o falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein.
O protesto teve como foco as conexões do príncipe Andrew com Epstein, após anos de escrutínio sobre seu comportamento. Apesar de Andrew anunciar que deixará de usar o título de duque de York, as perguntas sobre o caso continuam.
O livro de memórias póstumo de Virginia Giuffre, que acusou o príncipe Andrew de abuso sexual quando adolescente, reacendeu a polêmica. Andrew nega as acusações, mas fez um pagamento para encerrar uma ação judicial movida por Giuffre.
A polícia britânica investiga alegações de que Andrew teria pedido a um de seus policiais informações para desacreditar Giuffre em 2011. O manifesto ainda questionou se os membros do Parlamento deveriam debater a realeza na Câmara dos Comuns.
Apesar do protesto, o Rei Charles não interagiu com o manifestante e prosseguiu com sua visita à catedral. A situação reflete a controvérsia em torno dos membros da família real britânica e suas conexões com Jeffrey Epstein.
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