O Grupo Refit, antiga refinaria de Manguinhos, esclareceu que os débitos tributários apontados pela Secretaria da Fazenda de São Paulo, base da operação Poço de Lobato, estão sendo questionados judicialmente. A empresa salienta que a contestação segue o padrão de diversas empresas brasileiras quando discordam de cobranças fiscais, citando o exemplo da Petrobras, maior devedora do Estado do Rio de Janeiro.
Segundo a Refit, a questão em pauta trata-se de um embate legal legítimo e não de uma tentativa de esconder receitas ou fraudar o pagamento de impostos. A empresa afirma que todos os tributos foram declarados corretamente, afastando a possibilidade de sonegação.
A megaoperação realizada recentemente teve como objetivo o cumprimento de mandados de busca e apreensão em 190 alvos relacionados ao Grupo Refit e diversas empresas do ramo de combustíveis. A companhia, por sua vez, emitiu uma nota de esclarecimento reafirmando a legalidade de suas práticas e ressaltando a disputa judicial em curso sobre os débitos tributários contestados.
Além de se posicionar quanto às acusações tributárias, a Refit também criticou o que considera uma "influência indevida" por parte do setor de distribuição de combustíveis. Na mesma nota, a empresa lamentou a possibilidade de autoridades terem sido induzidas a erro pelo que chamou de cartel das distribuidoras, representado pelo Instituto Combustível Legal.
Ao trazer à tona essas questões, a Refit busca trazer transparência sobre suas operações e rebater as alegações que foram o ponto central da operação Poço de Lobato deflagrada recentemente. A companhia reafirma seu compromisso com a legalidade e destaca a importância do embate judicial para esclarecer os débitos contestados.
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!