A Telefônica Brasil, controladora da Vivo, divulgou um lucro líquido de R$ 1,9 bilhão no terceiro trimestre de 2025, representando um aumento de 13,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar dos resultados sólidos, a ação da empresa teve uma queda de 3,26%, chegando a R$ 32,97.
A XP Investimentos elogiou os resultados da Vivo, destacando fatores como o baixo churn no pós-pago e FTTH, o controle de custos e a geração de caixa consistente. O banco manteve a Vivo como a principal escolha no setor de Telecom, citando um yield atrativo e expectativas de crescimento nas linhas de receita.
Segundo o BTG Pactual, os resultados da Vivo estão em linha com as expectativas, destacando o perfil defensivo da companhia, com forte geração de caixa e retorno atrativo aos acionistas. O banco manteve recomendação de compra para a empresa.
Por outro lado, o Bradesco BBI observou que parte dos destaques positivos da Vivo se deve a fatores não recorrentes, como a venda de ativos. A desaceleração da receita de serviços móveis para 5,5% em base anual foi apontada como um dos pontos negativos, juntamente com a pressão de custos crescentes de serviços.
O Itaú BBA ressaltou a trajetória consistente de lucros da Vivo, mas levantou dúvidas sobre a sustentabilidade do crescimento acima da inflação, especialmente na Receita de Serviços de Telecomunicações. O banco espera que os investidores foquem na aceleração da MSR no quarto trimestre para fortalecer a confiança na recuperação do setor no Brasil.
O Goldman Sachs, por sua vez, destacou que o lucro da Vivo superou suas expectativas, impulsionado pelo desempenho do EBITDA e por ganhos com a venda de ativos. A receita de serviços móveis cresceu 5,5% em relação ao ano anterior, ficando ligeiramente abaixo da projeção do banco.
A Monte Bravo reduziu a recomendação de compra para neutra devido ao mercado maduro e competitivo, além da entrada de novos players. O BBA manteve a recomendação neutra, alegando que boa parte da melhora do case da Vivo já está precificada.
O Goldman Sachs reiterou a recomendação de compra para a Vivo, com um preço-alvo de R$ 34. A empresa projeta uma venda total de ativos significativa entre 2026 e 2027.
Em resumo, apesar dos resultados sólidos da Vivo e de pontos positivos destacados por diversas instituições financeiras, a questão da receita móvel e as projeções para o futuro continuam a ser foco de atenção para investidores e analistas do setor.
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