Rally do Ibovespa: efeitos do "Flávio 2026" impulsionam alta, porém bolsa encerra abaixo dos 159 mil

Ibovespa fecha em alta com ajustes após “Efeito Flávio 2026”, mas abaixo de 159 mil

O Ibovespa encerrou em alta nesta segunda-feira, se recuperando dos impactos negativos do chamado "Efeito Flávio 2026" que resultou em uma queda de mais de 4% na última sessão. As ações da Petrobras foram essenciais para a recuperação do índice, que fechou com 0,52% de aumento, chegando a 158.187,43 pontos. Durante o dia, o Ibovespa oscilou entre 159.235,36 pontos e 157.369,36 pontos, com um volume financeiro de R$27,16 bilhões.

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O comportamento do índice na sexta-feira foi marcado pela superação dos 165 mil pontos pela primeira vez na história, seguido pela queda após o anúncio de que Flávio Bolsonaro foi escolhido pelo pai para concorrer à presidência em 2026. O senador chegou a afirmar a possibilidade de desistir da candidatura, mas posteriormente declarou que é irreversível.

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A correção negativa na última sexta-feira acionou diversas ordens de "stop loss" e limites de risco, influenciando a recuperação do mercado nesta segunda-feira. Analistas comentam que o cenário eleitoral começará a ser melhor precificado, o que pode afetar os preços de forma mais drástica nos próximos meses.

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Para o próximo ano, a expectativa é de um aumento da volatilidade no mercado brasileiro devido às eleições, o que já foi observado como um preâmbulo na última sexta-feira. Além das questões políticas, os agentes financeiros também estão atentos às decisões de política monetária que serão tomadas nos Estados Unidos e no Brasil esta semana.

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Destaques do pregão

- HAPVIDA ON (HAPV3) caiu 6,01%, renovando mínimas históricas e ampliando a correção desde o balanço do terceiro trimestre, com dados da ANS mostrando queda no número de usuários em outubro. No ano, a ação da empresa de planos de saúde acumula perdas próximas a 59%.

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- PETROBRAS PN (PETR4) e PETROBRAS ON (PETR3) apresentaram alta de 0,92% e 1,34%, respectivamente, refletindo ajustes mesmo com a queda do petróleo no mercado internacional. A Petrobras planeja participar do leilão de reserva de capacidade em 2026.

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- B3 ON (B3SA3) teve valorização de 2,43%, recuperando-se após as perdas expressivas da sexta-feira, quando teve uma queda de 6,7%.

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- BANCO DO BRASIL ON (BBAS3) avançou 2,08%, em um pregão com fechamento misto no setor financeiro. BRADESCO PN (BBDC4) subiu 0,72%, ITAÚ UNIBANCO PN (ITUB4) fechou com variação positiva de 0,48%, mas SANTANDER BRASIL UNIT (SANB11) cedeu 0,96%.

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- VALE ON (VALE3) caiu 0,68%, acompanhando a tendência de baixa dos futuros de minério de ferro na China, impactando o Ibovespa. O UBS BB reiterou recomendação neutra para a ação da mineradora, mas elevou o preço-alvo do ADR de US$11 para US$12.

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- IRB (RE) ON (IRBR3) teve alta de 10,2% após relatório do JPMorgan elevar a recomendação da ação e o preço-alvo do papel.

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- LOJAS RENNER ON (LREN3) avançou 2,59% em um pregão com evento da varejista com investidores, divulgação de previsões e anúncio de programa de recompra de ações. A empresa estima crescimento anual de receita operacional líquida de varejo de 9% a 13% para o período de 2026 a 2030.

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A Bolsa de Valores se mantém cautelosa diante do cenário político e econômico em constante evolução, com os investidores buscando se posicionar de acordo com as perspectivas de curto e médio prazo. A volatilidade e a incerteza devem continuar direcionando as movimentações do mercado nos próximos dias, impactando diretamente o desempenho dos ativos negociados.

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