Raízen projeta moagem de cana abaixo da média do guidance para 2025/26.

Raízen enfrenta desafios com moagem e dívidas em alta

A Raízen, principal processadora global de cana-de-açúcar para açúcar e etanol, projeta uma moagem abaixo do esperado para a safra 2025/26, principalmente devido a questões climáticas. A previsão inicial era de 72 milhões a 75 milhões de toneladas, porém as condições adversas devem impactar a produção. O volume esperado já representa uma redução em relação aos anos anteriores, indicando desafios para a empresa.

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O cenário se agrava com a recente divulgação do balanço do primeiro trimestre da safra 2025/26, mostrando um prejuízo de R$1,8 bilhão e um aumento significativo da dívida líquida, que saltou de R$31,6 bilhões para R$49,2 bilhões em um ano. Isso refletiu diretamente no valor das ações da Raízen, que apresentaram uma queda de mais de 10%, atingindo uma mínima histórica no mercado.

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Desafios e estratégias da Raízen

Executivos da Raízen apontam que a queda na moagem de cana deve afetar não apenas a empresa, mas também a produção de açúcar do Brasil, maior produtor e exportador mundial do adoçante. Apesar disso, a demanda por etanol segue firme, especialmente após o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, de 27% para 30%.

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Diante desse cenário desafiador, a empresa está avaliando a possibilidade de desinvestimentos para melhorar sua estrutura de capital. Já foram vendidas algumas usinas e outras podem ser hibernadas ou negociadas, visando tornar o negócio mais rentável e eficiente a longo prazo.

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Estratégia de longo prazo e transformação operacional

O CFO da Raízen destaca que a empresa tem planos para elevar a produtividade agrícola nos próximos trimestres e anos, visando enfrentar os desafios presentes. Além disso, está em andamento uma jornada de transformação operacional e simplificação do portfólio, que pode envolver uma eventual capitalização da companhia.

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A aceleração desse processo pode exigir um aporte de capital, que poderá contar com a participação de atuais ou novos acionistas. As discussões sobre essa potencial operação estão em curso, com o objetivo de reduzir riscos na execução do plano de transformação da empresa, que possui apoio da Shell e da Cosan, sócias na joint venture Raízen.

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Em meio a desafios e incertezas, a Raízen busca solidificar sua posição no mercado, mantendo o foco na eficiência e na produtividade, com vistas a um futuro mais sustentável e rentável para a companhia.

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