Nesta quinta-feira (7), o Magazine Luiza divulgará seus resultados do segundo trimestre de 2025 (2T25), enquanto o Grupo Casas Bahia apresentará seus números na semana seguinte, em 13 de agosto.
Segundo projeções de analistas compiladas pela LSEG, o Magalu deve ter um prejuízo de R$ 22,76 milhões, Ebitda de R$ 689,28 milhões e receita líquida de R$ 9,23 bilhões. Já a Casas Bahia possui expectativa de prejuízo de R$ 464 milhões, Ebitda de R$ 555,33 milhões e receita de R$ 6,84 bilhões.
A XP Investimentos prevê que o setor de e-commerce, de modo geral, terá resultados semelhantes ao primeiro trimestre, com crescimento da receita ainda sob pressão, porém com a Casas Bahia mostrando tendências ligeiramente melhores que o Magazine Luiza.
A Genial Investimentos avalia que a Casas Bahia pode superar o Magalu neste trimestre, destacando um possível aumento da participação do canal digital no volume bruto de mercadorias da varejista.
A expectativa para as Casas Bahia inclui uma recomposição de 110 pontos-base na margem Ebitda ajustada, atingindo 8,1% no trimestre, mesmo com o aumento das despesas financeiras. A Genial projeta um prejuízo líquido de R$ 510 milhões para a empresa no trimestre.
O Itaú BBA espera vendas 5% maiores nas mesmas lojas do Magazine Luiza em relação ao segundo trimestre de 2024, com um volume total de vendas online 1% menor. A instituição estima um prejuízo líquido ajustado de R$ 17 milhões, Ebitda ajustado de R$ 538 milhões e receita líquida de R$ 9,34 bilhões.
Já o Santander projeta receitas estáveis para o Magalu no segundo trimestre, com alta de 4,8% nas lojas físicas em relação ao ano anterior, enquanto o Bradesco BBI prevê uma estabilidade no GMV total da empresa, com as lojas físicas superando o canal online em vendas.
No caso da Casas Bahia, o Bradesco BBI prevê um crescimento de 6% no GMV total, com o marketplace impulsionando o e-commerce. A margem bruta da empresa deve enfrentar desafios devido à dinâmica do mix de categorias/canais, porém a margem Ebitda deve expandir, apoiada por ajustes operacionais e redução de despesas com mão de obra.
Com projeções e análises detalhadas para ambos os varejistas, a expectativa do mercado é de um trimestre desafiador, onde cada empresa buscará se destacar em um cenário econômico e de mercado complexo. O desempenho financeiro e estratégico de cada uma será determinante para avaliar quem se sobressairá no 2T25.
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