Queda nos rendimentos dos Treasuries impulsiona baixa nas taxas dos DIs

Taxas dos DIs fecham em baixa com queda dos rendimentos dos Treasuries

As taxas dos DIs encerraram em queda nesta terça-feira no Brasil, acompanhando a redução nos rendimentos dos Treasuries no mercado internacional. A taxa do DI para janeiro de 2028 ficou em 12,745%, representando uma queda de 7 pontos-base em relação à sessão anterior, quando estava em 12,819%.

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Na ponta longa da curva, a taxa para janeiro de 2035 marcava 13,36%, com uma redução de 3 pontos-base em comparação com a taxa de 13,386% registrada anteriormente.

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Os investidores aumentaram as apostas de corte de juros pelo Federal Reserve em dezembro, o que fez as taxas dos DIs caírem ainda mais. No mercado de títulos dos EUA, a probabilidade de redução de 25 pontos-base dos juros era de 84,7%, enquanto a chance de manutenção entre 3,75% e 4,00% era de apenas 15,3%.

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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reforçou o compromisso da instituição em buscar a meta de inflação de 3%. Durante uma audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Galípolo destacou a importância de perseguir o centro do objetivo de inflação, não a banda superior de 4,5%.

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Além disso, uma pesquisa CNT/MDA indicou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera todos os cenários para a eleição presidencial de outubro do próximo ano, contribuindo para um cenário político favorável.

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Os investidores também aguardam a divulgação do IPCA-15 de novembro na quarta-feira, um indicador prévio da inflação oficial, que pode impactar diretamente as expectativas do mercado.

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No fechamento da sessão desta terça-feira, a curva brasileira estava precificando quase 100% de probabilidade de manutenção da taxa básica Selic em 15% em dezembro. A dúvida dos investidores permanece sobre um possível corte da Selic em janeiro ou em momentos subsequentes.

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O rendimento do Treasury de dez anos, referência global para decisões de investimento, registrava uma queda de 3 pontos-base, ficando em 4,002%, influenciando também o cenário econômico e financeiro internacional.

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Em resumo, a queda das taxas dos DIs no Brasil refletiu as expectativas dos investidores em relação aos cortes de juros nos EUA, as declarações do presidente do Banco Central e os resultados políticos e econômicos divulgados ao longo do dia.

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