O banco JPMorgan confirmou a recomendação de desempenho acima da média do mercado para as ações da concessionária Motiva (MOTV3), ajustando o preço-alvo de R$ 18,50 para R$ 18. A instituição ressaltou a consistência operacional da empresa, sua gestão estratégica de portfólio e avaliação atrativa, oferecendo uma TIR real de 10,5%.
Para a Motiva, o JPMorgan projetou uma receita líquida de R$ 16,715 milhões em 2025 e EBITDA de R$ 10,205 milhões. O banco também apontou catalisadores de curto prazo, como a possível venda da divisão de aeroportos e uma revisão do plano de eficiência para reduzir as despesas operacionais.
Enquanto isso, o banco reconheceu o desempenho consistente da Ecorodovias, com margens de EBITDA superiores às expectativas nos últimos trimestres. No entanto, manteve a recomendação neutra e o preço-alvo em R$ 9, devido à preferência relativa pela Motiva, que apresenta uma situação mais favorável em termos de alavancagem e equilíbrio de capex.
O JPMorgan projetou para a Ecorodovias uma receita líquida de R$ 7,486 milhões em 2025, EBITDA de R$ 5,568 milhões e lucro líquido de R$ 776 milhões. Para 2026, a expectativa é de EBITDA de R$ 5,673 milhões e lucro líquido de R$ 713 milhões, com a alavancagem subindo de 3,9 vezes para 4,3 vezes dívida líquida/EBITDA.
Em suma, o posicionamento do JPMorgan destaca a preferência por Motiva em detrimento da Ecorodovias, embora reconheça os pontos fortes e a consistência operacional de ambas as empresas no cenário atual do mercado de concessões. Os investidores mantêm atenção às projeções e recomendações do banco para direcionar suas estratégias de investimento no setor.
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