A petrolífera PRIO (PRIO3) divulgou os resultados do segundo trimestre de 2025, confirmando um período desafiador com menores volumes de vendas e preços mais baixos do petróleo. O EBITDA ajustado caiu 38% em relação ao trimestre anterior e 49% na comparação anual, totalizando US$ 276 milhões.
Devido à menor produção, as margens da PRIO foram reduzidas para 56%, enquanto o custo de extração por barril subiu para US$ 13,8. O fluxo de caixa livre para acionistas caiu para US$ 54 milhões, refletindo números operacionais mais fracos. Após a aquisição da Peregrino, a dívida líquida da empresa aumentou para US$ 2,8 bilhões.
O Bradesco BBI mantém a classificação de compra para a PRIO, estabelecendo uma nova meta de preço para o final de 2026 de R$ 56. A Genial Investimentos reitera recomendação de compra, com um preço-alvo de R$ 69. Já o Itaú BBA mantém confiança na PRIO3, com preço-alvo de R$ 62 ao final de 2025.
A expectativa dos investidores se volta para o projeto Wahoo da PRIO, após a concessão da Licença Prévia pelo Ibama em julho de 2025. A XP Investimentos estima que a produção de petróleo no campo de Wahoo possa começar no primeiro trimestre de 2026, potencialmente adicionando entre US$ 600 milhões e US$ 700 milhões ao fluxo de caixa livre para o acionista anual.
Apesar de resultados mais fracos que o esperado, as corretoras acreditam no potencial de crescimento da PRIO com o projeto Wahoo. O Morgan Stanley destaca que a emissão da Licença de Instalação do projeto será crucial para a sustentação das projeções de produção da companhia em 2026. O banco americano mantém recomendação de compra e preço-alvo de R$ 63,50 para as ações da PRIO3.
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!