Após uma semana de impacto com IPCA-15 acima das expectativas e ata do Copom ratificando a postura cautelosa do Banco Central, as atenções se voltam para a agenda econômica no Brasil. A segunda-feira (29) traz divulgações importantes, incluindo os dados do Caged, projetando a confirmação da geração de 167 mil empregos formais em agosto, juntamente com o resultado primário do Governo Central e o relatório da dívida pública federal. No mesmo dia, o Banco Central publica o Relatório Focus, dados de crédito, e a FGV apresenta os índices de confiança do comércio e serviços.
Na terça-feira (30), os investidores estarão de olho na Pnad Contínua, que revelará a taxa de desemprego de agosto, prevista em 5,5%. O dia ainda contará com o Indicador de Incerteza Econômica da FGV. Já na quarta-feira (1º), o destaque fica por conta do PMI da indústria de transformação e do Índice de Confiança Empresarial.
O final da semana promete dados relevantes: na quinta-feira (2), a Fenabrave divulgará os emplacamentos de veículos, enquanto na sexta-feira (3), o IBGE trará o resultado da produção industrial de agosto, com previsão de leve alta de 0,2%.
No cenário internacional, a semana será pautada por indicadores de emprego nos Estados Unidos, influenciando as projeções sobre a atuação do Federal Reserve. O ápice será na sexta-feira (3), com a divulgação do relatório de emprego de setembro, contendo a criação de vagas e a taxa de desemprego, dados cruciais para avaliar a resiliência do mercado de trabalho americano.
Antes disso, teremos sinalizações importantes: na terça-feira (30), o relatório JOLTS abrirá a rodada, seguido pelos dados de emprego privado da ADP na quarta-feira (1º). Na quinta-feira (2), os pedidos semanais de auxílio-desemprego complementarão o quadro.
Além dos indicadores ligados ao mercado de trabalho, a confiança do consumidor americano será divulgada na terça-feira (30), e ao longo da semana, os índices PMI e ISM da indústria e serviços serão publicados, medindo a força da atividade econômica.
Na Europa, a agenda incluirá a inflação preliminar da zona do euro, taxa de desemprego e leituras finais dos PMIs. Enquanto a China, logo na segunda-feira (29), apresentará a versão final do PMI composto de setembro, vital para a avaliação da recuperação da segunda maior economia do mundo.
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