Na última semana, o Ibovespa encerrou em queda, registrando 0,81% e fechando aos 132.437 pontos. Com mínima em 131.550 e máxima em 134.367 pontos, o índice permanece abaixo das médias móveis de curto prazo. Persiste a ameaça de rompimento de zonas-chave de suporte, indicando possíveis realizações nos próximos dias.
No gráfico semanal, o Ibovespa se mantém pressionado e abaixo das médias de 9 e 21 períodos, reforçando o viés de baixa. A perda da mínima semanal em 131.550 pontos pode acelerar o movimento descendente, com possíveis alvos em 130.000/127.220 pontos. Por outro lado, para sinalizar retomada de alta, será crucial ultrapassar as regiões de 134.367/135.780 e, posteriormente, 140.380 pontos.
No gráfico diário, o cenário permanece baixista, com o índice abaixo das médias móveis e demonstrando continuidade da pressão vendedora. A perda dos suportes em 132.140/131.550 pontos pode ampliar as quedas, com alvo em 130.160 pontos. Para reverter esse quadro, será necessário romper a faixa de resistência em 134.367/135.780 pontos.
No gráfico de 60 minutos, apesar de operar acima das médias de curto prazo, o viés negativo se destaca. A resistência em 132.840/133.475 pontos deve ser superada para impulsionar as compras em direção a 137.255/138.385 pontos. Por outro lado, a quebra da faixa de suporte em 132.040/131.550 pontos pode intensificar a queda rumo a 129.250/128.725 pontos.
Os contratos do mini-índice (WINQ25) fecharam a última sessão em queda de 0,48%, aos 132.990 pontos, consolidando o movimento de venda. O ativo tem oscilado em torno das médias curtas, indicando indefinição no curto prazo. Os suportes e resistências imediatos estão em 132.575/132.335 e 133.155/133.455 pontos, respectivamente.
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice encerrou abaixo das médias móveis, reforçando a tendência vendedora intradiária. Um rompimento abaixo de 132.335/131.675 pontos pode aumentar as quedas, enquanto a quebra da faixa 133.475/134.210 pode favorecer o movimento comprador.
Os contratos futuros de minidólar (WDOU25) tiveram queda de 1,21% na última sessão, cotados a 5.581 pontos. O gráfico de 15 minutos mostra enfraquecimento da força compradora, com suporte em 5.577/5.568 e resistência em 5.589/5.603 pontos. No gráfico de 60 minutos, a pressão vendedora se destaca, sinalizando continuidade da queda em caso de quebra da faixa dos 5.563/5.548 pontos.
Os contratos futuros de Bitcoin (BITQ25) encerraram a última sessão em queda de 3,94%, aos 636.080 pontos, rompendo as médias móveis de 9 e 21 períodos. Com essa baixa expressiva, o BTC futuro perdeu sustentação técnica, com suportes em 632.500/617.900, 590.910/578.660 e 559.025/540.135 pontos. Para recuperação, será necessário ultrapassar a região de 657.385/676.070 pontos.
Diante desses cenários, investidores e traders devem se atentar aos níveis de suporte e resistência para cada ativo, considerando os movimentos de curto, médio e longo prazo. A análise técnica se mostra fundamental para planejar estratégias e tomar decisões mais assertivas nos mercados financeiros.
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