Na última sessão, os contratos de minidólar (WDOZ25) encerraram com uma forte baixa de 0,92%, cotados a 5.335,5 pontos, refletindo o enfraquecimento do dólar americano devido às crescentes apostas de corte de juros pelo Federal Reserve em dezembro. Esse movimento tem fortalecido moedas de países emergentes, como o real brasileiro.
No mercado nacional, a divulgação do IPCA-15, que avançou 0,20% em novembro, contribuiu para o sentimento positivo nos ativos locais. Além disso, a sanção da lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda teve um impacto limitado sobre o câmbio. Já no exterior, dados dos EUA revelaram menos pedidos de auxílio-desemprego, indicando um mercado de trabalho resistente e alimentando o debate sobre a trajetória de juros no país.
No gráfico de 15 minutos, o minidólar fechou em baixa, confirmando a força vendedora. Para uma possível reversão, será crucial a entrada de volume comprador capaz de romper a resistência em 5.341/5.347,5 pontos. Por outro lado, a quebra do suporte em 5.334/5.328 pode intensificar o movimento de queda, com possíveis mínimas em 5.319/5.285 e, em extensão, 5.261/5.243 pontos.
O gráfico diário reforça o viés baixista, com a necessidade de superar a região de 5.366/5.392,5 pontos para retomar a alta. Em caso de persistência do movimento vendedor, a perda da faixa de suporte em 5.331,5/5.308,5 pontos pode agravar a queda, atingindo alvos em 5.284,5/5.251,5 pontos. O Índice de Força Relativa (IFR) encerrou a sessão em 43,17, permanecendo em zona neutra.
No gráfico de 60 minutos, o minidólar mantém uma estrutura negativa, operando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com dominância do fluxo vendedor. Para reverter esse cenário, será necessário um rompimento consistente da resistência em 5.348,5/5.365 pontos. Caso o movimento de baixa persista e o ativo rompa o suporte em 5.328/5.308,5, o cenário técnico pode se agravar, alcançando mínimas em 5.285/5.261 e, em extensão, 5.243/5.215 pontos.
O cenário do minidólar (WDOZ25) mostra-se influenciado pelo aumento das apostas de corte de juros pelo Federal Reserve e pelos movimentos econômicos no Brasil e nos EUA. A análise técnica indica possíveis cenários de alta e baixa, destacando a importância dos níveis de suporte e resistência no curto prazo. Os investidores devem permanecer atentos às notícias e aos indicadores econômicos que impactam o mercado de câmbio.
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