Os contratos futuros do petróleo registraram queda pelo terceiro dia consecutivo, atingidos por preocupações com a oferta e a possibilidade de um plano de paz entre Rússia e Ucrânia. O petróleo WTI para janeiro, negociado na Nymex, encerrou o dia com baixa de 1,59%, a US$ 58,06 por barril. Já o Brent para janeiro, negociado na ICE de Londres, caiu 1,29%, a US$ 62,56. Na semana, as reduções foram de 3,37% e 2,84%, respectivamente.
A falta de volatilidade marcou o dia, com a commodity em queda desde o início da sessão. Mesmo com as sanções dos EUA contra empresas petrolíferas russas entrando em vigor, o mercado continua a avaliar as preocupações com a sobreoferta. Analistas do DNB destacam a importância dos próximos dados para entender o impacto das sanções e a disposição dos EUA em aplicá-las.
A Spartan Capital destaca que os planos de Trump de aumentar a perfuração nos EUA contribuem para a pressão nos preços. O desequilíbrio no mercado também gera apreensão, com a possibilidade de uma queda adicional de 5% caso as vendas se intensifiquem.
Além disso, as negociações para encerrar os conflitos entre Rússia e Ucrânia têm impactado os preços do petróleo de forma negativa. Trump deu um prazo até a próxima quinta-feira para a Ucrânia aceitar um plano de paz, enquanto Putin ressaltou que o projeto poderia servir como base para um acordo final, mas os ucranianos se opõem à proposta.
Em meio a esses cenários, a commodity segue em queda, influenciada por diversos fatores que apontam para um contexto de incerteza e instabilidade nos mercados internacionais. A espera por desdobramentos das negociações entre Rússia, Ucrânia e EUA, somada às preocupações com a oferta e demanda do petróleo, mantêm os investidores atentos aos próximos desdobramentos.
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