O Grupo Casas Bahia divulgou um prejuízo líquido de R$ 496 milhões no terceiro trimestre de 2025, indicando um aumento de 34,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. No entanto, o resultado operacional apresentou melhora, com o Ebitda ajustado totalizando R$ 587 milhões, representando um aumento de 19,6% em relação ao ano anterior.
A receita líquida da empresa teve um aumento de 7,3% na comparação anual, alcançando R$ 6,868 bilhões. Enquanto isso, o volume bruto de mercadorias (GMV) total cresceu 8,5% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. As despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A) apresentaram uma queda de 3,2%, totalizando R$ 1,545 bilhão no período.
Apesar da melhora operacional, o resultado financeiro da Casas Bahia registrou um valor negativo de R$ 1,06 bilhão no terceiro trimestre, um aumento em relação ao mesmo período de 2024, quando foi de R$ 738 milhões. O CFO da empresa, Elcio Ito, destacou que as despesas financeiras ainda impactam o resultado, mas ressaltou iniciativas em andamento para melhorar a estrutura de capital.
A empresa mencionou uma parceria com o Mercado Livre, anunciada recentemente, como parte de suas estratégias. Ito demonstrou confiança nos resultados das iniciativas recentes e na parceria, destacando que a empresa está bem abastecida para a Black Friday e o Natal. A Casas Bahia também tem planos de continuar avançando no crediário, com cautela na concessão de crédito e controle da inadimplência.
O CFO da Casas Bahia observou que os meses de setembro e outubro não foram tão positivos, mas indicou uma melhora nos primeiros dias de novembro. A empresa disponibilizou R$ 1,2 bilhão em crédito no mês de novembro e demonstrou otimismo em relação ao desempenho da parceria com o Mercado Livre e às vendas na temporada de festas.
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