A Pilgrim’s Pride, subsidiária da brasileira JBS, aumentou seu quadro de funcionários nas unidades de processamento de frango nos últimos meses. Isso ocorreu em previsão da perda de muitos trabalhadores migrantes devido ao encerramento de políticas pelo governo de Donald Trump. Essas políticas permitiam que migrantes de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela trabalhassem e vivessem legalmente nos Estados Unidos.
No início deste ano, os migrantes desses países representavam entre 10% e 20% da força de trabalho da indústria de frigoríficos nos EUA. Para lidar com a possibilidade da saída desses trabalhadores, a empresa reforçou sua equipe.
Durante uma teleconferência, o CEO da Pilgrim’s, Fabio Sandri, mencionou que a empresa atingiu 105% da capacidade de pessoal em suas plantas de frango em todo o país durante o segundo trimestre. Isso foi feito para se antecipar e compensar a perda dos trabalhadores migrantes.
Sandri destacou que a revogação dos vistos desses funcionários obrigou a empresa a encontrar substitutos. Mesmo com esse desafio, a Pilgrim’s conseguiu manter todas as suas plantas operando com o pessoal necessário.
Essa ação da Pilgrim’s Pride é um reflexo das mudanças nas políticas migratórias nos EUA, que afetaram diretamente a composição da força de trabalho em setores como o de processamento de alimentos. A necessidade de se adaptar a essas novas condições levou a empresa a adotar medidas proativas para garantir a continuidade de suas operações.
Com a iniciativa de fortalecer seu quadro de funcionários, a Pilgrim’s Pride busca garantir a estabilidade e eficiência de suas atividades, diante do cenário de incertezas relacionado à mão de obra migrante nos Estados Unidos.
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