Os contratos futuros de petróleo encerraram o dia em baixa, com o petróleo WTI recuando 1,24% e o Brent 1,11%. O cenário foi marcado por oscilações devido à guerra entre Rússia e Ucrânia, com possibilidade de sanções à Rússia e novas tarifas dos EUA sobre a Índia, motivadas pela compra de petróleo russo. Além disso, a produção da Opep+ também contribuiu para a pressão sobre os preços.
Durante o dia, o presidente dos EUA, Donald Trump, deu prazo para um acordo de cessar-fogo entre russos e ucranianos, mencionando reuniões produtivas. Enquanto a Rússia planeja aumentar suas exportações de petróleo, a Índia poderá reduzir suas compras de petróleo russo em resposta à tarifa extra dos EUA. A agência de consultoria Capital Economics ressalta que a reação da China e de outros produtores será crucial para o mercado global da commodity.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo anunciou um aumento na produção para setembro, o que, para a empresa Oxford Economics, cria espaço para crescimento no setor. A consultoria prevê que o preço do Brent atinja US$ 70 por barril neste ano, com queda para US$ 64 em 2026. Já o Departamento de Energia dos EUA divulgou que os estoques de petróleo apresentaram queda de 3,029 milhões de barris na última semana.
O mercado de petróleo segue influenciado por questões geopolíticas e econômicas, como as tensões entre Rússia e Ucrânia, as tarifas dos EUA sobre a Índia e o aumento da produção da Opep+. A incerteza sobre a resposta de outros países, como a China, e o impacto das medidas adotadas nas negociações comerciais internacionais são fatores que continuam a movimentar o mercado de commodities.
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