O mercado acionário brasileiro teve um desempenho positivo nesta quinta-feira, com o Ibovespa ultrapassando a marca dos 146 mil pontos, beneficiado principalmente pelo setor de petróleo. Por volta das 11h, o índice estava em alta de 0,54%, atingindo 145.659,95 pontos, com um volume financeiro de R$2,79 bilhões.
A disparada no preço do petróleo no mercado internacional foi impulsionada pelas sanções dos Estados Unidos contra as empresas russas Rosneft e Lukoil, relacionadas à situação na Ucrânia. Além disso, a queda inesperada nos estoques norte-americanos também influenciou no aumento, com o barril do petróleo tipo Brent subindo 4,98%, chegando a US$65,71.
A Petrobras PN (PETR4) teve um avanço de 1,98%, impulsionada pelo movimento do petróleo no exterior, o que também beneficiou outras empresas do setor, como Brava ON (BRAV3) +2,69%, PRIO ON (PRIO3) +2,04% e PetroRecôncavo ON (RECV3) +0,72%.
No setor financeiro, destaque para Itaú Unibanco PN (ITUB4) +0,21%, Bradesco PN (BBDC4) +0,6%, Santander Brasil UNIT (SANB11) +0,63% e Banco do Brasil ON (BBAS3) -0,24%.
A Minerva ON (BEEF3) teve um aumento de 2,47%, com a decisão dos EUA de aumentar a cota tarifária da carne bovina argentina. Já a Raízen PN (RAIZ4) subiu 2,13%, com dados positivos de moagem de cana e vendas de etanol e açúcar.
As bolsas de Nova York apresentaram oscilações modestas, com destaque para balanços de empresas como Tesla e IBM. Enquanto isso, o S&P 500 registrava um aumento de 0,33%. O mercado internacional segue atento às relações comerciais entre Estados Unidos e China.
Por outro lado, a Magazine Luiza ON (MGLU3) teve queda de 2,28%, com a notícia de que a Casas Bahia ON (BHIA3) passará a vender produtos no Mercado Livre, o que gerou uma observação negativa do Citi em relação à Magalu. Fleury ON (FLRY3) também recuou 1,45%, refletindo ajustes relacionados a um suposto acordo com a Rede D’Or.
Os movimentos no mercado acionário brasileiro e internacional estão sendo influenciados por diversos fatores, desde questões geopolíticas até desempenho de setores específicos. A volatilidade tende a continuar, com os investidores acompanhando de perto os desdobramentos econômicos e comerciais ao redor do mundo.
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