Petrobras surpreende com presença em leilão de reserva de capacidade e revela 2,9 GW ociosos.

Petrobras planeja participar de leilão de reserva de capacidade para recontratar usinas

A Petrobras está se preparando para participar do leilão de reserva de capacidade, conforme divulgado pela diretora executiva de Transição Energética e Sustentabilidade da companhia, Angélica Laureano. Com um total de 2,9 gigawatts de usinas térmicas descontratadas, a empresa busca garantir contratos no certame em elaboração.

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Novo leilão de reserva de capacidade previsto apenas para 2026

O governo federal cancelou o certame que estava previsto para este ano, adiando uma nova licitação para 2026. Diante disso, a Petrobras se posiciona para a futura concorrência, visando a recontratação de suas usinas desativadas.

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Durante um evento no Rio de Janeiro, Angélica Laureano destacou a atuação da Petrobras na operação da termelétrica Termomacaé, devido à baixa nos reservatórios hidrelétricos. A empresa despachou 1,3 gigawatts de energia esta semana para suprir a demanda do mercado consumidor, sinalizando um aumento do despacho térmico no país devido à situação dos reservatórios.

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Gás natural como recurso estratégico para o despacho de térmicas

Para atender à crescente demanda por geração térmica, a Petrobras conta com a oferta de gás natural, seja proveniente do pré-sal ou importado como gás natural liquefeito. A empresa se prepara para ampliar sua capacidade de despacho térmico, demonstrando a importância estratégica desse recurso para o setor energético brasileiro.

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Angélica Laureano, ao ser questionada sobre os planos da Petrobras para o setor de etanol, mencionou a possibilidade de um retorno da empresa a essa área ainda neste ano. Além disso, ressaltou um projeto piloto no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) que avalia o potencial do "etanol de melaço".

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Conclusão

A Petrobras reafirma o seu interesse em participar do leilão de reserva de capacidade, buscando recontratar usinas térmicas desativadas. Com 2,9 gigawatts de capacidade não contratada, a empresa se prepara para futuras licitações, considerando o adiamento do certame para 2026 pelo governo federal. Além disso, a empresa destaca a importância estratégica do gás natural para atender à crescente demanda por geração térmica no Brasil, sinalizando um aumento do despacho térmico no país.

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