Petrobras cai mais de 2% e mais ações do setor têm baixa com queda do petróleo
O movimento ocorre em meio ao forte declínio dos preços do petróleo no exterior, após fala do presidente dos EUA, Donald Trump
Lara Rizério
02/02/2026 11h52 •
Atualizado 7 minutos atrás
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Reuters
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As ações da Petrobras (PETR3;PETR4) registravam forte baixa em meio à baixa do petróleo. Às 11h40 (horário de Brasília), os ativos PETR3 caíam 2,77% (R$ 39,27) e PETR4 tinham baixa de 2,62% (R$ 36,77). PetroRecôncavo (RECV3), Brava (BRAV3) e PRIO (PRIO3) caíam entre 1,5% e 4%.
O movimento ocorre em meio ao forte declínio dos preços do petróleo no exterior, após fala do presidente dos EUA, Donald Trump, de que o Irã estava “conversando seriamente” com Washington, e com a alta do dólar frente a outras divisas .
A Opep+ também concordou no fim de semana em manter produção de petróleo inalterada. O barril de petróleo sob o contrato Brent cedia 4,08%. A ANP também divulgou que a produção de petróleo do Brasil cresceu 12,3% em 2025.
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Em destaque sobre a Opep+, o cartel concordou em manter sua produção de petróleo inalterada para março em uma reunião, informou o grupo de produtores neste domingo, mesmo depois que os preços do petróleo bruto atingiram as maiores cotações em seis meses devido à preocupação de que os EUA pudessem lançar um ataque militar contra o Irã, membro do grupo.
Petróleo cai 5% com desescalada de tensão entre EUA e Irã e após reunião da Opep+Ambos os contratos estão caindo acentuadamente em relação às máximas de vários meses
A reunião de oito membros da Opep+ ocorre em um momento em que o petróleo Brent fechou próximo a US$70 o barril na sexta-feira, perto da máxima de seis meses, de US$71,89, atingida na quinta-feira, apesar das especulações de que um excesso de oferta em 2026 pressionaria os preços para baixo.
Os oito produtores — Arábia Saudita, Rússia, Emirados Árabes Unidos, Cazaquistão, Kuwait, Iraque, Argélia e Omã — aumentaram as cotas de produção em cerca de 2,9 milhões de barris por dia, de abril a dezembro de 2025, o que corresponde a aproximadamente 3% da demanda global.
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A breve reunião deste domingo reafirmou essa decisão para março, após encontros anteriores terem feito o mesmo para janeiro e fevereiro.
(com Reuters)
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Lara Rizério
Editora de mercados do InfoMoney, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional, além de ficar bem de olho nos desdobramentos políticos e em seus efeitos para os investidores.
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