Peregrino e Wahoo no radar do mercado: descubra se PRIO3 é um bom investimento!

mercado mira em Peregrino e Wahoo; vale a pena investir em PRIO3?

As ações da petroleira PRIO (PRIO3) têm apresentado variações únicas no mercado nos últimos tempos. Enquanto neste mês registram uma alta de 2,90%, negociadas em torno de R$ 39 no Ibovespa, acumulam uma queda de 8,37% nos últimos doze meses. Com esse cenário, investidores têm se questionado se é vantajoso apostar na empresa considerando seu endividamento crescente, queda na rentabilidade e perspectivas de expansão.

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A empresa tem como destaque a operação nos campos de Peregrino, na Bacia de Campos, no Estado do Rio de Janeiro, e o projeto tieback em Wahoo, que visa conectar esse campo a uma infraestrutura já existente. Essas iniciativas prometem reduzir custos e acelerar a produção, mas há desafios a serem superados.

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No segundo trimestre deste ano (2T25), a PRIO registrou um lucro líquido 54% menor em comparação ao mesmo período de 2024, chegando a US$ 122,5 milhões, impactado principalmente pelos ajustes devido à norma IFRS-16 sobre contratos de arrendamento. Além disso, o Ebitda da empresa caiu 57% em relação ao ano anterior, sinalizando maiores custos e menores volumes de produção.

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A aquisição da participação restante de 60% no campo de Peregrino, da Equinor, por mais de US$ 3 bilhões, ampliou o potencial de produção da empresa, mas também aumentou os compromissos financeiros, elevando a alavancagem. A relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado subiu para 1,8 vez no último trimestre, chamando a atenção para os riscos financeiros.

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Um marco importante foi a aprovação da licença de instalação para o desenvolvimento do tieback em Wahoo pelo Ibama, em setembro. Porém, a licença de operação, necessária para o início da produção, ainda está pendente. A expectativa é que o primeiro óleo de Wahoo seja produzido apenas em março de 2026, o que impactará significativamente nas ações da PRIO3.

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O panorama do mercado tem despertado a atenção de diferentes casas de investimento. Enquanto o Goldman Sachs vê o início da produção em Wahoo como um ponto-chave para a PRIO, mantendo recomendação neutra e preço-alvo de R$ 48,10, a Genial Investimentos estima que, com os preços atuais, a empresa negocia cerca de duas vezes o Valor da Firma sobre o Ebitda para 2026.

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O JPMorgan, por sua vez, considera a concessão da licença como um desbloqueio de valor no portfólio da PRIO e redução de riscos, mantendo a classificação overweight e preço-alvo de R$ 53. O Morgan Stanley projeta o início da produção em abril de 2026 e calcula que os poços de Wahoo representam cerca de 21% do valor estimado da empresa.

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Por fim, a XP Investimentos ressalta que a concessão da licença tende a aumentar a visibilidade da PRIO no mercado, ressaltando-a como uma das favoritas no setor de petróleo e gás. Com uma avaliação atrativa e um rendimento de fluxo de caixa estimado em 28% para 2026, a empresa mantém seu potencial de atratividade para os investidores.

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