Operando em linha reta: Mini-índice (WINQ25) oscila entre altos e baixos após medidas tarifárias passadas

Mini-índice opera em cenário misto e cauteloso após notícias do mercado internacional

O Ibovespa iniciou a semana em alta, impulsionado pelo otimismo em Wall Street após um payroll decepcionante nos EUA. O mercado de trabalho mais fraco por lá trouxe a expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve em setembro, refletindo positivamente no humor global. No Brasil, a performance das ações da Vale e dos grandes bancos foi destaque, compensando a leve queda da Petrobras com a correção do petróleo.

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Para os traders do mini-índice, o dia foi marcado por sinais mistos. Enquanto o ambiente externo favoreceu o apetite ao risco, as tarifas de Trump ainda geram cautela. A expectativa dos balanços trimestrais e da ata do Copom movimentam o mercado interno, que se mantém sensível diante da volatilidade crescente esperada com a divulgação dos PMIs de serviços ao redor do mundo.

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Análise do mini-índice (WINQ25) e projeções para o mercado futuro

No último pregão, os contratos do mini-índice encerraram com leve alta de 0,02%, situando-se em 133.200 pontos. O gráfico de 15 minutos revela um mini-índice lateralizado, pressionado entre médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando equilíbrio entre compradores e vendedores.

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Para uma retomada do viés de alta, é preciso romper a região de resistência em 133.425/133.700 pontos. Superado esse nível, o mercado poderá buscar resistências em 134.585/135.080 e, posteriormente, em 135.870/136.170 pontos. Já para uma retomada do movimento de baixa, a perda do suporte em 132.825/132.575 pontos abriria caminho para níveis mais baixos, como 132.335/131.675 pontos e, potencialmente, a faixa de 130.900/130.430 pontos.

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Tendências do mini-índice e panorama de curto prazo

No gráfico diário, o mini-índice apresenta uma leve alta, porém permanece abaixo das médias de 9 e 21 períodos, indicando enfraquecimento da força compradora no curto prazo. A indecisão é perceptível nos candles com fechamentos próximos às aberturas.

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Para um cenário favorável aos compradores, é necessário romper a faixa de 134.585/135.870 pontos, com possível meta entre 136.515/138.290 pontos. Em contrapartida, a quebra da região de 132.335/130.900 pontos poderia levar o mini-índice a buscar suporte em 129.820 pontos.

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O Índice de Força Relativa (IFR) está em 36,54, próximo da zona de sobrevenda, o que pode indicar um possível repique, apesar da predominância do fluxo vendedor.

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Análise de curto prazo e indicadores do mini-índice

No gráfico de 60 minutos, o mini-índice segue dentro de um movimento lateralizado, próximos às médias móveis de 9 e 21 períodos, que atuam como área de congestão.

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Para confirmar um movimento de alta, será necessário superar a região de resistência em 133.700/134.585 pontos, com possíveis alvos em 135.000/135.870 e 136.800/137.065 pontos. Já em um cenário de baixa, a perda do suporte em 132.600/132.335 pontos poderia levar o ativo a níveis mais baixos em 131.675/130.900 e até 130.430/129.820 pontos.

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A análise técnica e os indicadores sugerem um mercado em equilíbrio, com sinais mistos e movimentos laterais. Os cenários de alta e baixa são condicionados à superação de resistências e perda de suportes específicos, o que deve orientar as estratégias dos traders no curto prazo.

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