Oito países membros da Opep+ devem chegar a um consenso sobre um possível aumento na produção de petróleo durante uma reunião marcada para o próximo domingo. A decisão visa elevar a participação no mercado e vem em resposta às pressões do presidente dos EUA, Donald Trump, que tem solicitado a redução dos preços do petróleo.
Apesar dos incrementos anteriores na produção, que totalizaram cerca de 2,5 milhões de barris por dia nos últimos meses, os preços do petróleo não diminuíram de forma significativa, mantendo-se próximos a US$66 por barril. Esse cenário é impulsionado, em parte, pelas sanções aplicadas contra a Rússia e o Irã, fatores que encorajaram outros países, como os Estados Unidos, a aumentarem sua produção.
Caso ocorra um novo aumento na produção de petróleo, a Opep+ estaria revertendo parte dos cortes estabelecidos anteriormente, que totalizavam cerca de 1,65 milhão de barris por dia. As negociações entre os países membros têm considerado a possibilidade de implementar incrementos mensais graduais, com um acordo inicial para elevar a produção em pelo menos 135.000 barris por dia a partir de outubro.
Segundo fontes, existe a perspectiva de que o aumento na produção possa chegar a números entre 200.000 e 350.000 barris por dia, refletindo a intenção do grupo em equilibrar oferta e demanda no mercado global de petróleo. Em recente reunião em agosto, a Opep+ já havia aumentado a produção em 547.000 barris por dia para o mês de setembro.
A Opep+, composta pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo, Rússia e outros aliados, realizará a discussão sobre o aumento na produção de petróleo durante uma reunião online agendada para o próximo domingo. A expectativa é de que um consenso seja alcançado em relação aos novos incrementos, considerando o cenário atual do mercado petrolífero global.
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