Os contratos futuros do petróleo encerraram em alta de mais de 1% nesta segunda-feira, 1º de dezembro, após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) confirmar a manutenção da produção no primeiro trimestre de 2026. O WTI para janeiro fechou em US$59,32 o barril, enquanto o Brent para fevereiro atingiu US$63,17 o barril.
A decisão dos oito países da Opep+ de manter os níveis de produção de óleo atuais foi motivada pela sazonalidade, conforme relatos na mídia internacional. Essa medida contribui para sustentar os preços do petróleo neste período.
Além da questão da produção, os investidores também estão atentos às negociações de paz entre Rússia e Ucrânia. Nesta segunda-feira, o presidente ucraniano Volodmir Zelenski se reuniu com seu homólogo francês Emmanuel Macron em busca de um acordo para um possível cessar-fogo. Enquanto isso, as tensões geopolíticas aumentam com a suspensão de operações em um oleoduto no Casaquistão devido a um ataque na costa russa do Mar Negro.
Ainda no cenário internacional, o presidente dos EUA, Donald Trump, alertou que o espaço aéreo ao redor da Venezuela deve ser considerado fechado. Qualquer escalada de conflito entre os dois países poderia afetar cerca de 800 mil barris por dia de exportações de petróleo bruto, de acordo com o ING.
No âmbito corporativo, a francesa TotalEnergies fechou um acordo para vender uma participação de 40% em licenças de exploração na Nigéria para a Star Deep Water Petroleum Limited, subsidiária da Chevron. Essa movimentação no mercado também influencia o cenário do petróleo.
Com as oscilações no mercado de commodities e as tensões geopolíticas em diversos países produtores de petróleo, o cenário internacional segue volátil e sujeito a novas mudanças que podem impactar diretamente nos preços do petróleo nos próximos dias.
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